Arquivo de O futuro do câmbio - Frente https://frentecorretora.com.br/category/o-futuro-do-cambio/ Conectando o mundo. Simplificando pagamentos. Thu, 29 Apr 2021 03:00:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://frentecorretora.com.br/wp-content/uploads/2024/02/fav.svg Arquivo de O futuro do câmbio - Frente https://frentecorretora.com.br/category/o-futuro-do-cambio/ 32 32 O Futuro do Câmbio #015 – Augmented Analytics https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-015-augmented-analytics/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-015-augmented-analytics/#respond Thu, 29 Apr 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-015-augmented-analytics/ Ouça o nosso podcast: Disponível também pelo YouTube e Spotify.   Caso não possa ouvir no momento, disponibilizamos o texto para você!   O mundo vai ganhando complexidade a cada geração. Saber entender suas transformações é fundamental para evoluirmos nas organizações, na sociedade, na vida. Para isso, uma análise consistente de dados é fundamental. Nunca se produziu tantos […]

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O mundo vai ganhando complexidade a cada geração. Saber entender suas transformações é fundamental para evoluirmos nas organizações, na sociedade, na vida. Para isso, uma análise consistente de dados é fundamental. Nunca se produziu tantos dados como nos dias de hoje.

 

Acompanhando este crescimento no tamanho e na complexidade dos dados, as tecnologias de analytics também evoluem, sempre em busca de ajudar as organizações a construírem um processo de tomada de decisões mais eficiente.

 

A necessidade de tomar decisões mais rápidas e com base em dados vem aumentando muito rapidamente e já começam lá nos seus processos internos e chegam até ao atendimento a clientes. Esta talvez seja a principal vantagem competitiva que as empresas podem hoje obter, simplesmente porque que conseguem extrair valor das suas próprias informações de forma eficaz – algo ainda incrivelmente incomum.

 

Esse novo olhar que a análise dos dados passou a receber resultou em tecnologias mais avançadas, aproveitando conceitos já consagrados e mais evoluídos de Machine Learning e Inteligência Artificial. Esta tendência se chama Augmented Analytics, tecnologia essa que, segundo a Consultoria de Tecnologia Americana Gartner, representa o “futuro da análise de dados” e vai mudar o panorama nos próximos anos.

 

Augmented Analytics, que se traduz como Análise Aumentada, é uma tecnologia que une elementos do Machine Learning e da Inteligência Artificial com a finalidade de otimizar as análises feitas pelo BI tal qual conhecemos. Trata-se de uma reunião de recursos estatísticos e linguísticos para conduzir análises e gerar insights para as organizações, com a mínima supervisão humana.

 

Sistemas que contam com a Análise Aumentada automatizam diversas etapas, desde a coleta, preparação e compartilhamento dos dados. Além disso, facilitam a aplicação dos modelos de Machine Learning, usando como fundamento as atividades neurais do cérebro humano. Da mesma forma que aprendemos algo e evoluímos com o tempo, a máquina também aprende estes padrões e os aprimora.

 

Tudo isso torna todo o processo analítico mais ágil, trazendo dados precisos de forma muito simplificada. Todo o tempo gasto com a preparação, ajustes e outras tarefas é poupado, pois a Inteligência Artificial faz o trabalho automaticamente.

 

Isso possibilita ao usuário uma maior facilidade e praticidade na interpretação de respostas, extração de insights e na descoberta de novas ideias que podem ser reveladas sem o viés trazidos por bloqueios humanos ou preconceitos.

 

 

Como o Augmented Analytics funcionaria na prática

 

Com esta tecnologia, a máquina aprende a trabalhar sozinha e identifica padrões, desenvolve soluções, gera insights e traz, assim, explicações relevantes para o contexto daqueles dados.

 

Essa automação reduz drasticamente o tempo dedicado à organização e análise dos dados. As respostas buscam as pessoas, com praticamente zero cliques.

 

Veja o exemplo: uma empresa solicita uma pesquisa sobre avaliações na internet de produtos que a empresa vende. Como resultado, a tecnologia informa as métricas e oferece insights sobre o que pode ser feito para aumentar as vendas.

 

A máquina vai pesquisar números ou “respostas prontas”, mas também vai apresentar respostas dissertativas e gráficas, com sugestões e possíveis soluções, cabendo ao requisitante interpretar e aplicar cada uma de acordo.

 

Um outro exemplo que já existe é no processo de operações hospitalares, desde avaliando tempo de espera até a experiência como um todo. A máquina inteligente oferece respostas instantâneas para pesquisas, podendo trazer perguntas adicionais ao atendente, que ele não tinha pensado, a depender do contexto do paciente.

 

A beleza é que a aplicação do Augmented Analytics pode chegar a qualquer indústria, razão pela qual escrevo hoje: já pensou nestas aplicações par ao câmbio? Já imaginou capturar e devolver quase que em tempo real o nível de satisfação com as suas operações cambiais e identificar Gaps e pontos de melhoria em qualquer parte da jornada? Desde a simulação de cotação até a liquidação do contrato?

 

As possibilidades são infinitas e quem largar na Frente, conseguirá fidelizar seu cliente e terá a sua recompensa.

 

A informação bem trabalhada, com agilidade e aplicável aos negócios, é o novo petróleo. É o Futuro.

 

 

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O Futuro do Câmbio #014 – A liquidez cambial sob demanda ajuda no client experience https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-014-liquidez-e-tecnologia/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-014-liquidez-e-tecnologia/#respond Thu, 01 Apr 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-014-liquidez-e-tecnologia/ Ouça o nosso podcast: Disponível também pelo YouTube e Spotify.   Caso não possa ouvir no momento, disponibilizamos o texto para você!   Liquidez é um dos tópicos mais comentados quando se trata de negociação de moedas. Vamos falar sobre este conceito e como a tecnologia atual pode resolver um dos maiores desafios do câmbio.       […]

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Liquidez é um dos tópicos mais comentados quando se trata de negociação de moedas. Vamos falar sobre este conceito e como a tecnologia atual pode resolver um dos maiores desafios do câmbio.

 

 

 

O conceito de liquidez

 

Um ativo é considerado líquido quando pode ser facilmente convertido em dinheiro. Quanto mais rapidamente essa conversão é feita, mais líquido ele é.

 

De uma perspectiva financeira, liquidez refere-se à capacidade de um ativo ser liquidado a um preço razoável ou convertido em um meio de pagamento, sem ser convertido em outros ativos antes.

 

Podemos também aplicar a essa definição o custo de resgate do ativo, mantido por um investidor, por seu atual valor de mercado. Quanto menor o custo, maior será a liquidez.

 

 

 

Provedores e fontes de liquidez

 

Quando os corretores de câmbio se estabelecem, uma das primeiras coisas que fazem é encontrar provedores de liquidez, os chamados mundialmente de LPs (Liquidity Providers). Os LPs são instituições financeiras que fornecem preços para as moedas e participam da negociação na ponta compradora ou vendedora.

 

Ainda hoje, no mercado de câmbio, os grandes bancos globais são as principais fontes de liquidez. Na verdade, de acordo com o Bank of International Settlements (Instituição Global que apoia os bancos centrais na manutenção da estabilidade financeira mundial), cerca de 70% da liquidez no mercado cambial vem de bancos como Citibank, Deutsche Bank, HSBC, JPMorgan Chase, UBS, entre outros.

 

Esses players fornecem cotações de preços de moeda e constituem uma proporção significativa do mercado de câmbio interbancário.

 

Existem ainda algumas outras fontes adicionais de liquidez neste mercado. Os próprios bancos centrais, hedge funds, corretoras, entre outros.

 

Os corretores podem obter liquidez de qualquer LP no mercado de câmbio interbancário. Isso permite que os corretores ofereçam liquidez a seus próprios clientes para garantir as negociações.

 

A liquidez é um dos fatores mais importantes no mercado de câmbio estrangeiro, assim como em outros mercados de negociação. Na verdade, os LPs estabilizam o mercado cambial porque compram e vendem moedas a qualquer momento, na maioria das condições de mercado.

 

Isso permite que as negociações de compra ou venda aconteçam quando querem, sem a necessidade de esperar que alguma contraparte direta esteja na outra ponta.

 

 

 

Novas fontes de liquidez com a tecnologia

 

A tecnologia faz com que o cliente tenha cada vez mais protagonismo nas decisões das grandes organizações, em nome de uma melhor experiência de câmbio.

 

Atributos como custos baixos e agilidade têm sido cruciais na batalha entre uma concorrência que só cresce no ambiente das fintechs.

 

Agilidade talvez seja um conceito ainda não alinhado com os grandes bancos que ainda monopolizam a liquidez desse mercado. Muitas vezes, as contas que as corretoras possuem nessas instituições, e que são abastecidas para garantir a liquidez de operações, acabam por sofrer com a mesma demora de uma operação cambial comum.

 

O resultado disso, considerando a crescente necessidade de uma resposta rápida às demandas de nossos clientes, pode representar uma enorme barreira às fintechs, que querem batalhar mercado com esses mesmos bancos.

 

Por isso, fiquem de olho em soluções de “liquidez sob demanda”, que crescem rapidamente, muito associadas a tokens e outros criptoativos que podem fazer uma ponte entre as paridades de moedas, de forma invisível ao cliente final, com total segurança, e uma possibilidade de pagamento após o consumo deste “mílite virtual”.

 

Isso pode proporcionar às fintechs de câmbio agilidade total, fora do sistema desses grandes bancos que ainda controlam o fluxo cambial no mundo. Proporciona também uma experiência inigualável a seus clientes, ao evitar infinitas contas em bancos internacionais e a gestão de ativos financeiros que ficam parados de forma improdutiva, um pecado para qualquer tesouraria.

 

Escolha bem seus parceiros de liquidação, e não esqueça a última milha do seu processo cambial, que pode ser decisiva para um serviço de excelência.

 

 

 

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O Futuro do Câmbio #013 – Instituições de Pagamento e o Câmbio – A revolução chegou https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-013-instituicoes-de-pagamento-e-o-cambio-a-revolucao-chegou/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-013-instituicoes-de-pagamento-e-o-cambio-a-revolucao-chegou/#respond Fri, 19 Mar 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-013-instituicoes-de-pagamento-e-o-cambio-a-revolucao-chegou/ Ouça o nosso podcast:   Disponível também pelo YouTube e Spotify.   Caso não possa ouvir no momento, disponibilizamos o texto para você!   Quando pensamos no nosso ecossistema financeiro hoje e comparamos com 20 anos atrás, as mudanças destas duas décadas foram mais intensas que as 8 anteriores.  A Tecnologia exerce um papel fundamental nisso, em diversos […]

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Quando pensamos no nosso ecossistema financeiro hoje e comparamos com 20 anos atrás, as mudanças destas duas décadas foram mais intensas que as 8 anteriores.  A Tecnologia exerce um papel fundamental nisso, em diversos aspectos.

 

Desde 2013, o Banco Central, fonte parcial de inspiração deste artigo, passou a regulamentar e autorizar o funcionamento das chamadas Instituições de Pagamento, conhecidas como IPs, que passaram a fazer parte do Sistema de Pagamentos Brasileiro – SP

 

Segundo definição do BC, a Instituição de pagamento (IP) é a pessoa jurídica que viabiliza serviços de compra e venda e de movimentação de recursos, no âmbito de um arranjo de pagamento​, sem a possibilidade de conceder empréstimos e financiamentos a seus clientes. Não são consideradas instituições financeiras, portanto não podem realizar atividades privativas destas instituições, como empréstimos e financiamentos. Ainda assim, estão sujeitas à supervisão do Banco Central.

 

Apesar de não fazerem parte do SFN (Sistema Financeiro Nacional), sua regulação pelo BC segue as diretrizes do Conselho Monetário Nacional e este grupo só cresce e agrega serviços aos seus portfolios.

 

São consideradas IPs, por exemplo, os emissores dos cartões de vale-refeição e cartões pré-pagos em moeda nacional, instituições não financeiras emissoras de cartão de crédito e Adquirentes (instituições que assinam contrato com o estabelecimento comercial para aceitação de cartão de pagamento).

 

Recentemente, o Banco Central encerrou a consulta pública que trata da regulamentação do uso de contas de pagamento em reais para operações com o exterior.

 

Caso aprovada e formalizada, a proposta permitirá que as IPs possam ser autorizadas a operar no mercado de câmbio para a realização de remessas – transferências de recursos entre contas, desde que de mesma titularidade aqui e no exterior e com limite operacional de até USD 100 mil. Hoje as corretoras de câmbio possuem USD 300 mil.

 

A proposta procura ampliar a competição no segmento de remessas internacionais, facilitar e baratear a realização dessas operações, no esforço iniciado pelo G20 como parte da agenda 2030 da Organização das Nações Unidas (ONU) para que seus países membros tragam iniciativas que tenham objetivo de reduzir custos para circulação de dinheiro pelo mundo.

 

O fornecimento de tais serviços passaria a ser referido na regulamentação cambial pelo termo eFX.

 

Tudo isso é fantástico e trará uma gradual e importante redução da concentração do mercado dos grandes bancos para as corretoras e as IPs. Por isso, a melhor união entre conhecimento técnico e agilidade tecnológica para colocar em prática essa nova possibilidade é o segredo para sair na frente e ganhar relevância neste mercado.

 

Entender o ecossistema e as soluções já desenvolvidas neste mercado serão pontos cruciais para quem busca o protagonismo no que será o mercado de câmbio do século XXI.

 

Esta revolução une o mundo cambial e de tecnologia de uma forma irreversível e vai causar a maior revolução que o setor já testemunhou. Em suma: O futuro chegou.

 

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O Futuro do Câmbio #012 – Internet das Coisas (IoT) e dos Valores (IoV) tornaram a informação o grande ativo do século https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-012-internet-das-coisas-iot-e-dos-valores-iov-tornaram-a-informacao-o-grande-ativo-do-seculo/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-012-internet-das-coisas-iot-e-dos-valores-iov-tornaram-a-informacao-o-grande-ativo-do-seculo/#respond Fri, 12 Feb 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-012-internet-das-coisas-iot-e-dos-valores-iov-tornaram-a-informacao-o-grande-ativo-do-seculo/ Ouça o nosso podcast:   Disponível também pelo YouTube e Spotify.   Se você é interessado em tecnologia, naturalmente já ouviu falar da Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT), mesmo que de maneira superficial. Trata-se de uma revolução tecnológica, que tem como principal objetivo conectar os dispositivos que utilizamos no dia a dia à rede mundial […]

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Se você é interessado em tecnologia, naturalmente já ouviu falar da Internet das Coisas, ou Internet of Things (IoT), mesmo que de maneira superficial. Trata-se de uma revolução tecnológica, que tem como principal objetivo conectar os dispositivos que utilizamos no dia a dia à rede mundial de computadores. Cada vez mais, itens como eletrodomésticos, veículos e até peças de vestuário estão conectadas à Internet e a outros aparelhos, como smartphones e notebooks.

 

Para se ter uma ideia do impacto dessa revolução em nossas vidas, estima-se que cada ser humano esteja rodeado por até cinco mil objetos, em média.  Além disso, segundo a consultoria Gartner, já temos no mundo aproximadamente 26 bilhões de dispositivos com um sistema de conexão IoT (Dados de 2020).

 

A Internet das Coisas pode ser ainda mais abrangente e trazer benefícios para o campo dos negócios, já que consegue proporcionar às empresas novas formas de conduzir e monitorar operações remotas. Essa tecnologia permite às companhias ver e ouvir, para que possam alimentar constantemente informações em aplicativos e armazenar dados, não importa quão distante estejam. Além disso, o decrescente custo destes dispositivos já possibilita o crescimento de operações desta natureza.

 

Com a Internet das Coisas, também é possível reunir percepções sobre eventos anteriormente invisíveis, como por exemplo, correlacionar padrões climáticos com a produção industrial ou até mesmo o perfil de clientes com o consumo do varejo.

 

E quando pensamos no nosso dinheiro, ele se enquadra em algum campo desta nova tecnologia?

 

Vamos lá. Sempre que movimentamos valores, enviamos uma informação. Para pagar uma conta, comprar um imóvel ou até mesmo investir é preciso transacionar dinheiro, o que significa mandar uma informação para outra pessoa ou empresa. A partir deste ponto de vista, a moeda se enquadra perfeitamente numa revolução similar, conhecida como Internet dos Valores, ou Internet of Value (IoV)

 

A Ripple, uma das precursoras do blockchain no mundo, foi quem conceituou este movimento. Ele prevê uma internet em que valores sejam transferidos com a mesma facilidade, economia e confiabilidade com a qual dados e informações são transferidos atualmente.

 

A tecnologia blockchain se apoia justamente nesta visão, facilitando o acesso à infraestrutura de transferência de valor. Uma rede confiável com protocolos bem definidos, proporciona que a IoV prospere e traga a verdadeira liberdade para o trânsito do dinheiro e informações entre pessoas, não importa em que lugar do mundo estejam.

 

E quanto maior for esta rede, mais rapidamente incorporaremos ao nosso cotidiano esta nova realidade:  A Internet dos Valores e suas informações, como os verdadeiros ativos do século XXI.

 

Acredito que esta será a grande revolução na distribuição dos recursos financeiros ao redor do mundo, sem intermediários, que geralmente tornam os processos engessados e caros. Ao abraçarmos a tecnologia, tanto na internet das coisas quanto dos valores, aceleramos a democratização dos serviços financeiros no mundo inteiro.

 

 

Bem-vindos ao futuro!

 

 

 

 

 

 

 

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O Futuro do Câmbio ep.011 – Machine Learning é para seu negócio? Para Câmbio, sem dúvida! https://frentecorretora.com.br/machine-learning-e-para-seu-negocio-para-cambio-sem-duvida/ https://frentecorretora.com.br/machine-learning-e-para-seu-negocio-para-cambio-sem-duvida/#respond Wed, 27 Jan 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/machine-learning-e-para-seu-negocio-para-cambio-sem-duvida/ Ouça o nosso podcast:     Disponível também pelo YouTube e Spotify.   Algumas tecnologias chegam de forma tão discreta que ainda conseguimos nos surpreender e poucos percebem. O exemplo mais claro trata do machine learning, que tem em sua tradução o aprendizado ou aprendizagem de máquina: ele se aproximaria de um conceito associado à inteligência artificial, mas […]

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Algumas tecnologias chegam de forma tão discreta que ainda conseguimos nos surpreender e poucos percebem. O exemplo mais claro trata do machine learning, que tem em sua tradução o aprendizado ou aprendizagem de máquina: ele se aproximaria de um conceito associado à inteligência artificial, mas existem diferenças importantes.

 

Quando pensamos especificamente na inteligência artificial, sabemos que se trata de um conceito mais amplo e que tem no machine learning apenas um dos seus recursos disponíveis, que basicamente consistiria em processamento ode informações que tomam como base o comportamento humano para a resolução de problemas.

 

Isso parte do princípio de que, quanto mais executamos uma tarefa, mais a aperfeiçoamos, geralmente fruto da nossa capacidade de aprender. A repetição frequente funciona como um treinamento para nós. Da mesma forma, dados disponíveis publicamente ou registrados em plataformas são a base do “treinamento” dos diversos algoritmos de inteligência artificial.

 

A forma com que esse treinamento computado ou realizado depende das pessoas ou atividades que estão por trás deles.

 

Aqui o machine learning passa a fazer sentido e podemos estabelecer uma definição: Trata-se de um sistema que pode modificar comportamentos de forma automática com base na sua própria experiência, com mínima intervenção humana.

 

Esta modificação comportamental consiste no estabelecimento de regras lógicas, com o objetivo de melhorar o desempenho de uma tarefa e assim tomar a decisão mais apropriada. Essas regras são originadas tomando como referência os padrões reconhecidos nos dados analisados.

 

Aqui damos um exemplo desta aplicação: Uma pessoa vai a um site de busca e procura pela palavra digita a palavra terra em um site de busca. É necessário analisar diversas dimensões para decidir quais resultados exibir – se o equivalente ao planeta ou ao insumo para a agricultura, afinal, ambos são possíveis. Entre muitas das dimensões disponíveis está o histórico de pesquisa da pessoa: se algum tempo antes houve uma busca por planetas, esta será a exibição mais provável.

 

Assim, podemos estabelecer que o Machine Learning é uma parte relevante da Inteligência Artificial, mas não o seu conceito em si. E quando pensamos no câmbio, um mundo de possibilidades se abre. Afinal de contas, quando desenhamos a experiência de compra de câmbio, este recurso pode definir que produto oferecer ao cliente, que é cada vez mais digital.

As opções para a compra e venda de moedas estrangeiras hoje são diversas, tanto em canais – digital, presencial, misto – quanto em formatos – papel moeda, remessas, cartões pré-pagos – e a depender da quantidade de buscas e interesse de cada potencial cliente, é possível entender quais os reais interesses de cada um dos clientes (Preço, Agilidade, Segurança, Todos) e assim ajustar os algoritmos para maximizar a experiência, sugerindo o melhor caminho ao próprio cliente. E consequentemente a produtividade.

 

Desta forma, sempre que imaginar alguma iniciativa de Inteligência Artificial, saiba que está no Machine Learning o núcleo que pode fazer a diferença na dinâmica das novas tecnologias, que é a alteração dos padrões de comportamento.

 

A grande vantagem é que hoje o acesso a este tipo de tecnologia está bastante democratizado e acessível tanto a grandes conglomerados quanto às fintechs mais recentes.

 

E este será o caminho para o crescimento de diversos setores e uma aposta muito forte na retomada do mercado financeiro, especialmente o câmbio e todos os segmentos agregados, como o turismo e comércio exterior.

 

Bem-vindos ao futuro!

 

 

 

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O Futuro do Câmbio ep.010 – Open banking: A última fronteira da democratização do câmbio https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-010-open-banking-a-ultima-fronteira-da-democratizacao-do-cambio/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-010-open-banking-a-ultima-fronteira-da-democratizacao-do-cambio/#respond Wed, 20 Jan 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-010-open-banking-a-ultima-fronteira-da-democratizacao-do-cambio/ Há cerca de um ano, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, lançou o programa Agenda BC#, que apresentava ao mercado  quatro grandes metas da atual gestão: democratizar, digitalizar, desburocratizar e desmonetizar o envio de dados.   Pouco mais de um ano se passou e, apesar de todas as recentes dificuldades em virtude da […]

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Há cerca de um ano, o presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, lançou o programa Agenda BC#, que apresentava ao mercado  quatro grandes metas da atual gestão: democratizar, digitalizar, desburocratizar e desmonetizar o envio de dados.

 

Pouco mais de um ano se passou e, apesar de todas as recentes dificuldades em virtude da pandemia,  hoje já é visível um grande movimento do BC em direção a esta pauta com recentes avanços nestas transformações, especialmente envolvendo open banking – um sistema que deve mudar completamente a dinâmica dos pagamentos e da forma como lidamos com dinheiro no Brasil.

 

Uma recente pesquisa da EY já detectou esta mudança. Ela mostra que a pandemia rapidamente modificou alguns comportamentos dos consumidores. Segundo o estudo, quase 60% das pessoas dentre as mais de mil ouvidas pretendem realizar mais transações financeiras on-line, o que indica uma grande mudança na relação tradicionalmente existente entre bancos e clientes.

 

O que vai mudar?

O termo open banking é um anglicismo que denomina um sistema de  compartilhamento de dados, produtos e serviços financeiros. Esse conceito inclui a abertura e a integração de plataformas e estruturas de bancos e fintechs.

 

A novidade chega como uma alternativa ao antigo modelo de negócios dos bancos, que restringia as informações dos clientes a uma única instituição, o que sempre representou uma barreira para que os consumidores tenham acesso a diferentes serviços. Hoje, se um cliente que tem um bom histórico junto a determinado banco e a concorrência não sabe, seu acesso a melhores ofertas é reduzido, por exemplo.

 

Resumindo, o chamado open banking parte da prerrogativa de que a informação pertence ao cliente e não àquela determinada instituição. Desse modo, outras instituições podem verificar o histórico dos usuários e oferecer empréstimos, financiamentos e outros serviços em condições mais vantajosas.

 

O que possibilita tudo isso é o chamado uso de APIs, sigla para Application Programming Interface, ou interface de programação de aplicativos. Eles nada mais são do que protocolos de programação aplicados para promover a interação entre diferentes sistemas.

 

Graças às APIs, as plataformas podem compartilhar informações e realizar atualizações de forma automática, sempre de seguindo rígidos padrões de segurança.

 

Tudo isso somado ao advento da Lei Geral de Proteção aos Dados (LGPD), que entrará em vigor em maio de 2021, fará com que os bancos precisem trabalhar em consenso com os clientes para encontrar uma resolução que autorize o acesso às suas informações, fazendo com que o open banking se consolide.

 

O consumidor agora está no controle e seu protagonismo será fundamental para que possa se beneficiar desta maior abertura do mercado.

 

Segundo um relatório do próprio Banco Central, as cinco maiores instituições financeiras do país – Banco do Brasil, Itaú Unibanco, Bradesco, Caixa Econômica Federal e Santander – detêm hoje mais de 80% das operações de crédito no país. Quando pensamos no câmbio, estes números chegam a quase  estarrecedores 95%.

 

Com a implementação do open banking, a expectativa é que o aumento da concorrência vá diluir consideravelmente essa fatia.

 

Não se pode mais aceitar que uma grande instituição financeira cobre quase US$ 40 para fazer uma remessa de US$ 1 mil.

 

Acreditamos que a diluição bancária fará com que o câmbio seja finalmente tão democratizado quanto qualquer outro serviço, especialmente com o aumento de oferta de opções com o alto emprego de tecnologia.

 

Nós nos dedicamos a criar fintechs de câmbio todos os dias com a crença de que democratizar os serviços financeiros é a única saída para a prosperidade das pessoas.

 

Com a maturidade do sistema financeiro brasileiro, estou seguro de que teremos o melhor programa de open banking do mundo em pouco tempo. Todos os players do setor e, principalmente, os clientes vão sair ganhando com essa transformação.

 

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O Futuro do Câmbio ep.009 – Câmbio e Inteligência Artificial, o que esperar para o futuro? https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-009-cambio-e-inteligencia-artificial-o-que-esperar-para-o-futuro/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-009-cambio-e-inteligencia-artificial-o-que-esperar-para-o-futuro/#respond Tue, 12 Jan 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-009-cambio-e-inteligencia-artificial-o-que-esperar-para-o-futuro/ A inteligência artificial possibilita que máquinas aprendam através de experiências e realizem tarefas da mesma maneira que seres humanos. Essa tecnologia já está sendo utilizada por empresas para diversas finalidades. Facilitar trabalhos de rotina e modernizar processos industriais são algumas das soluções de IA mais populares na atualidade.   As primeiras pesquisas relacionadas a Inteligência […]

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A inteligência artificial possibilita que máquinas aprendam através de experiências e realizem tarefas da mesma maneira que seres humanos. Essa tecnologia já está sendo utilizada por empresas para diversas finalidades. Facilitar trabalhos de rotina e modernizar processos industriais são algumas das soluções de IA mais populares na atualidade.

 

As primeiras pesquisas relacionadas a Inteligência Artificial foram iniciadas na década de 50, e exploraram temas como a resolução de problemas e métodos simbólicos. Uma década depois, o Departamento de Defesa dos Estados Unidos (DOD) começou se interessar pelo tema e passou a treinar computadores para reproduzir o raciocínio humano básico.

 

No Futuro do Câmbio deste episódio, é abordado o tema em questão. Ouça

 

 

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O Futuro do Câmbio ep.008 – Câmbio no smartphone: qual a melhor experiência? https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-008-cambio-no-smartphone-qual-a-melhor-experiencia/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-008-cambio-no-smartphone-qual-a-melhor-experiencia/#respond Fri, 18 Dec 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-008-cambio-no-smartphone-qual-a-melhor-experiencia/ Diariamente a tecnologia se inova, cria necessidades e consequentemente são criadas soluções para serviços que antes não se via outra alternativa, a fim de proporcionar a melhor experiência e principalmente, praticidade ao consumidor.   De acordo com um levantamento da TIC Domicílios, a conexão à internet pelo celular tornou-se a forma mais comum de navegar […]

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Diariamente a tecnologia se inova, cria necessidades e consequentemente são criadas soluções para serviços que antes não se via outra alternativa, a fim de proporcionar a melhor experiência e principalmente, praticidade ao consumidor.

 

De acordo com um levantamento da TIC Domicílios, a conexão à internet pelo celular tornou-se a forma mais comum de navegar na web, no qual 58% dos brasileiros acessaram a internet em 2019 exclusivamente pelo smartphone. Além disso, mostrou que neste período a conexão estava disponível para 74% da população, o que correspondia a 134 milhões de pessoas, e em 71% dos lares no país.

 

Mas será qual a melhor forma de comunicar e vender câmbio quando comparamos o acesso a um aplicativo no celular ou por um site mobile?

 

No Futuro do Câmbio deste episódio, é abordado o tema em questão com vertentes que ajudam a identificar a real necessidade do negócio de câmbio e cliente. Ouça

 

 

 

Disponível também pelo YouTube e Spotify.

 

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O Futuro do Câmbio ep.007 – Câmbio as a Service, um caminho sem volta https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-007-cambio-as-a-service-um-caminho-sem-volta/ https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-007-cambio-as-a-service-um-caminho-sem-volta/#respond Wed, 25 Nov 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-007-cambio-as-a-service-um-caminho-sem-volta/ Ouça o podcast, disponível também pelo YouTube e Spotify:     A tecnologia nunca foi tão presente e necessária em nossas vidas. Em praticamente todas as áreas que abrangem nosso dia a dia, nos deparamos com algo que foi programado para ser melhor ou mais barato do que era – muitas vezes, as duas coisas, […]

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A tecnologia nunca foi tão presente e necessária em nossas vidas. Em praticamente todas as áreas que abrangem nosso dia a dia, nos deparamos com algo que foi programado para ser melhor ou mais barato do que era – muitas vezes, as duas coisas, simultaneamente. A internet, sem dúvida, é o principal destes expoentes. Foi ela que permitiu a criação de algo que revolucionou todas as nossas relações e a forma como interagimos com o mundo ao nosso redor. Falamos aqui do conceito de Software as a Service (SaaS) ou Software sob Demanda.

 

É o SaaS que nos permite oferecer um serviço pela internet via uma solução tecnológica. Com esta configuração, o consumidor tem acesso a determinado serviço, sem qualquer necessidade de instalação, manutenção ou atualização de hardwares ou softwares, bastando apenas uma conexão de internet.

 

Estes softwares, por sua vez, são executados nos servidores de empresas provedoras, que têm a responsabilidade de gerenciar o acesso e manter a estrutura de segurança de dados, conectividade e servidores necessários para o serviço.

 

 

Quais as vantagens em ter um SaaS no Câmbio?

 

As empresas provedoras de SaaS vêm ganhando força, devido aos muitos benefícios e às oportunidades oferecidas por esse modelo aos negócios de todos os portes e tipos. Com o câmbio, não poderia ser diferente. Apesar deste setor ter sido um dos que mais demorou para abraçar a tecnologia no universo do mercado financeiro, este atraso tem sido minimizado e as empresas do setor têm se esforçado para proporcionar o que há de mais modernos a outras companhias e até mesmo para seus clientes finais.

 

Hoje já podemos afirmar categoricamente que existe um mercado conhecido como CaaS, o “Câmbio as a Service”. Este serviço era algo inimaginável até poucos anos atrás, visto que o setor era monopolizado por grandes bancos, que cobram taxas enormes, desproporcionais ao serviço que praticam.

 

Em prol da modernização do setor, algumas fintechs de câmbio têm investido pesado em desenvolvimento de tecnologia e hoje, através de plataformas aberta, oferecem uma integração simplificada, barata e com poucas barreiras de entrada, o que permite transformar qualquer correspondente cambial em uma empresa de tecnologia que realiza operações de câmbio.

 

Com um CaaS, por exemplo, um correspondente cambial pode se valer da sofisticação e funções de um software de câmbio, sem os encargos regulares de manutenção, taxas e custos iniciais de licença. Com um sistema em nuvem já está configurado, podem iniciar seu trabalho rapidamente, de qualquer computador ou dispositivo móvel.

 

Além disso, muitos desses sistemas fornecem APIs (Interfaces de Programação de Aplicativo), que possibilitam a integração a aplicativos existentes, permitindo, por exemplo, uma personalização de um simulador de operações.

 

Uma coisa é certa: os Softwares as a Service hoje estão em presentes em nossas vidas e rotinas. Eles pautam a forma como nos locomovemos pelas cidades, como consumimos e até mesmo como contratamos alguns serviços.

 

Assim como o SaaS, o CaaS também é uma tendência sem volta para os serviços de câmbio, fundamental não apenas pela experiência, mas também agilidade e custos baixos agregados.

 

E por mais curioso que possa parecer, esta tecnologia acessível não está ainda tão presente nos grandes bancos, mas, sim, nas fintechs. São estas jovens empresas que investem intensivamente em base tecnológica e que devem, cada vez mais, impactar um mercado repleto de oportunidades.

 

Muita coisa já foi feita, mas há ainda um mar imenso a ser desbravado. A revolução do câmbio, sem dúvida, é a próxima onda do mercado financeiro.

 

 

 

 

 

 

 

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O Futuro do Câmbio ep.006 – PIX e o câmbio: o que muda? https://frentecorretora.com.br/pix-e-o-cambio-o-que-muda/ https://frentecorretora.com.br/pix-e-o-cambio-o-que-muda/#respond Thu, 12 Nov 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/pix-e-o-cambio-o-que-muda/ Ouça o podcast, disponível também pelo YouTube e Spotify:     O PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, surgiu no mercado e trouxe consigo inúmeras expectativas, prometendo revolucionar a forma como as pessoas e empresas pagam suas contas e transferem valores. A partir da segunda quinzena de novembro, o novo sistema entrará […]

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O PIX, novo sistema de pagamentos instantâneos do Banco Central, surgiu no mercado e trouxe consigo inúmeras expectativas, prometendo revolucionar a forma como as pessoas e empresas pagam suas contas e transferem valores. A partir da segunda quinzena de novembro, o novo sistema entrará em operação, garantindo às operações rapidez e um alto nível de segurança. As transações ocorrerão quase que instantaneamente, 24 horas por dia e 365 dias do ano.

 

Para efetivá-las, o usuário precisará apenas do celular, e-mail ou CPF do destinatário, dados cadastrados previamente como chaves de acesso. São elas que conectarão uma ponta a outra, por meio de tecnologias de aproximação ou mesmo pela geração de QR Codes, estáticos ou dinâmicos.  As operações poderão ter finalidades diversas e, ainda, ser realizadas pessoas físicas, entre pessoas físicas e jurídicas, entre empresas, e com órgãos governamentais.

 

Segundo o Banco Central, o PIX é pautado por seis características principais:

 

• Disponibilidade: as operações poderão ser realizadas 24 horas por dia, inclusive aos finais de semana e feriados;

 

• Velocidade: o valor enviado chegará ao recebedor praticamente em tempo real (a operação deve levar cerca de 10 segundos para ser concluída);

 

• Conveniência: a experiência de uso deve ser intuitiva para o usuário

 

• Segurança: as transações serão baseadas na Rede do Sistema Financeiro Nacional (RSFN) e terão como base tecnologias de proteção atuais;

 

• Ambiente aberto: o PIX estará disponível não só para bancos como também para financeiras, fintechs e afins;

 

• Multiplicidade de casos de uso: o PIX permitirá transferências de qualquer valor entre pessoas e/ou empresas, pagamentos em estabelecimentos físicos ou virtuais e recolhimentos ao governo federal (impostos).

 

Com tudo isso, o Pix deve eliminar parte dos custos de transações, reduzindo os custos de processamento de pagamento para as empresas, e poderá ainda ser usado para pagar fornecedores, salários de funcionários e até tributos federais.

 

Muito provavelmente o PIX se converterá em um sistema de alta demanda muito rapidamente. Com isto se concretizando, modalidades como TED (Transferência Eletrônica Disponível), DOC (Documento de Ordem de Crédito) e o próprio boleto bancário poderão perder espaço gradualmente, ainda que a sua completa extinção demore, uma vez que vivemos em um país de proporções continentais, com uma série de desafios no que diz respeito à digitalização.

 

Adotar um sistema tão abrangente deste tipo requer tempo. As próprias instituições precisam adequar seus sistemas, além da própria assimilação do PIX pro parte dos clientes finais.

 

 

 

E o câmbio nisso tudo?

 

O câmbio possui uma série de regras para a sua efetivação. Num primeiro momento, é difícil enxergarmos uma relação direta com o novo sistema, voltado exclusivamente para pagamentos e transferências entre contas nacionais.

 

Entretanto, é importante salientar que grande parte dos pagamentos feitos às corretoras de câmbio para a liquidação das operações ocorre hoje via TED. Posto isto, é certo que teremos algum impacto nas pontas de liquidação das transações – do Brasil para o exterior e vice-versa, sempre que:

 

• O cliente final (PF ou PJ) envia à corretora os valores em moeda nacional para a liquidação da operação de venda de câmbio;

 

• O cliente final (PF ou PJ) recebe da corretora os valores em moeda nacional para a liquidação da operação de compra de câmbio.

 

Depois de implementado o PIX, estas transações deverão ser efetivadas instantaneamente também, permitindo uma rápida identificação dos créditos nas contas das corretoras e agilizando as conciliações e liberações das operações. E quando falamos de câmbio, algumas horas podem representar uma diferença importante, especialmente para quem tem urgência em receber no exterior.

 

Então, apesar de ainda não muito bem quantificada e entendidas as vantagens do PIX para operações cambiais, este movimento reflete, sem dúvida alguma, um avanço do Banco Central e nos acreditar na evolução do sistema financeiro nacional como um todo.

 

 

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