Arquivo de podcast - Frente https://frentecorretora.com.br/en/tag/podcast/ Conectando o mundo. Simplificando pagamentos. Mon, 10 Aug 2020 03:00:00 +0000 en-US hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://frentecorretora.com.br/wp-content/uploads/2024/02/fav.svg Arquivo de podcast - Frente https://frentecorretora.com.br/en/tag/podcast/ 32 32 O Futuro do Câmbio ep.002 – 5 anos em 5 meses https://frentecorretora.com.br/en/o-futuro-do-cambio-ep-002-5-anos-em-5-meses/ https://frentecorretora.com.br/en/o-futuro-do-cambio-ep-002-5-anos-em-5-meses/#respond Mon, 10 Aug 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/o-futuro-do-cambio-ep-002-5-anos-em-5-meses/ 5 anos em 5 meses: a pandemia e as fintechs já mudaram o comportamento de compra de câmbio Se há uma certeza neste momento em que vivemos é que nada será como antes. A palavra de ordem é ADAPTAÇÃO. E nós, seres humanos, apesar de muito adaptáveis, temos dificuldades em mudar certos hábitos. Nós mudamos […]

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5 anos em 5 meses: a pandemia e as fintechs já mudaram o comportamento de compra de câmbio

Se há uma certeza neste momento em que vivemos é que nada será como antes. A palavra de ordem é ADAPTAÇÃO. E nós, seres humanos, apesar de muito adaptáveis, temos dificuldades em mudar certos hábitos. Nós mudamos nossos padrões de comportamento somente com muito condicionamento ou quando somos forçados a mudar por agentes externos, que nos tiram da zona de conforto. E isso é muito forte quando associamos esta peculiaridade ao nosso comportamento de compra.

A pandemia surgiu como um daqueles fatores que nos forçam a mudar. Tivemos que nos adaptar, não houve outro caminho. E muito desta mudança está na forma em que passamos a comprar determinados produtos, levando a um aumento de tráfego estrondoso em todas as plataformas de e-commerce.

Segundo o indicador de consumo MCC-ENET, desenvolvido pelo Comitê de Métricas da Câmara Brasileira de Comércio Eletrônico (camara-e.net) em parceria com o Movimento Compre & Confie, o e-commerce praticamente dobrou suas vendas no mês de abril, com uma alta de 99% em relação ao mesmo período do ano passado. Quando analisamos o faturamento, este número registrou crescimento de quase 82%.

Com o câmbio não será diferente. Apesar de uma dificuldade natural enfrentada pelo câmbio turismo com a redução drástica das viagens, o setor tem buscado se transformar digitalmente e agora já sente um aumento da demanda por meio desta modalidade de compra.

A experiência digital de compra de produtos financeiros de alto valor agregado e absoluto sempre gerou um certo receio por parte do cliente. Hoje, uma simples compra que custe US$ 1 mil em papel moeda, por exemplo, representaria cerca de R$ 5,5 mil em cotações atuais. Trata-se de um valor alto, especialmente para comprar de alguém que você não vê e não ouve diretamente.

Esse receio, porém, começou a cair por terra com a impossibilidade de um cliente se dirigir a uma loja para recorrer a algum serviço de câmbio presencial (que tem como único benefício tangível o conforto psicológico).

Atualmente já é possível comprar papel moeda por e-commerce, solicitar a entrega por delivery, pagar da forma que desejar – cartão, boleto, TED –, agendar a entrega e ainda receber em casa. Além disso, fazer remessas internacionais através das fintechs, especialmente aquelas que utilizam a tecnologia blockchain, possibilita realizar transferências internacionais de modo mais rápido e barato, de forma 100% digital.

Por isso, uma vez que o atual cenário estimulou essa experimentação do modelo digital de compra de câmbio, nada mais será como antes.

Isso vai impactar de maneira muito relevante o setor e redirecionar o foco dos grandes players, que hoje operam com preços muito altos devido aos altos custos de manutenção de uma ampla rede de lojas e franquias. Custos como condomínio, aluguel,  segurança, estoque de moeda em espécie e logística sempre irão impactar no valor final da compra

A transformação digital cruzou a sua última fronteira dentro do mercado financeiro e ela é o câmbio. Essa é uma equação que une mudança de comportamento, ferramentas que consigam atender aos processos regulatórios e que tragam uma experiência segura, fácil e barata ao cliente. Essa transformação mudará de vez este mercado nos mesmos moldes do que já se viu no mercado segurador e de investimentos. A palavra da vez é conveniência.

A experiência do cliente deve estar no centro das futuras decisões de qualquer companhia. Não será diferente com o câmbio, que não deve ser burocrático, lento e caro. Esta visão já é uma realidade: os novos players de mercado estão atentos para uma retomada muito mais digital do que se imaginava.

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O Futuro do Câmbio ep.001 – Até quando compraremos moeda estrangeira em papel? https://frentecorretora.com.br/en/moeda-estrangeira-em-papel/ https://frentecorretora.com.br/en/moeda-estrangeira-em-papel/#respond Mon, 27 Jul 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/moeda-estrangeira-em-papel/ Até quando compraremos moeda estrangeira em papel?   Com a instalação da pandemia do Covid-19 em diversas regiões do globo, o papel-moeda, que para muitos já vinha sendo gradativamente deixado de lado, parece prestes a entrar em extinção. Com as orientações de isolamento social e uma série de estabelecimentos fechados, muitos passaram a consumir via […]

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Até quando compraremos moeda estrangeira em papel?

 

Com a instalação da pandemia do Covid-19 em diversas regiões do globo, o papel-moeda, que para muitos já vinha sendo gradativamente deixado de lado, parece prestes a entrar em extinção. Com as orientações de isolamento social e uma série de estabelecimentos fechados, muitos passaram a consumir via e-commerce e aplicativos de entrega, que dão preferência por pagamentos com cartão ou com carteiras digitais.

 

De acordo com uma pesquisa do Instituto Locomotiva divulgada no último trimestre de 2019, cerca de 70% dos brasileiros ainda utilizavam o dinheiro em espécie como principal método de pagamento. Ainda não temos um estudo equivalente com os impactos da pandemia, mas um levantamento recente da Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs) revela que as compras com cartão aumentaram mais de 14% no primeiro trimestre de 2020 — período que abrange apenas o início da pandemia aqui no Brasil.

 

No mesmo intervalo, o crescimento do uso de cartões pré-pagos foi de 77,6%. Nesta categoria, muito provavelmente temos pessoas que até então não acessavam o sistema bancário formalmente, mas que foram obrigadas a se digitalizar para seguirem consumindo em tempos de isolamento social. A tendência é que esta variação seja significativamente maior entre abril e junho desde ano, meses mais afetados pela crise.

 

A ideia de uma sociedade sem dinheiro é promissora, principalmente quando os cuidados globais com a higiene aumentam e são adotados em larga escala. Não à toa, alguns países já começaram a tomar medidas para a desinfestação do papel-moeda, principalmente de notas repatriadas. Diante deste cenário, fazemos o seguinte questionamento: até quando fara sentido vendermos o papel-moeda àqueles que viajam ao exterior? Obviamente que esta demanda ainda segue represada, mas tende, pouco a pouco, a voltar à normalidade.

 

No Brasil, temos ainda um grande obstáculo a ser vencido, o tão conhecido IOF (Imposto sobre Operações de Crédito). Enquanto a alíquota que incide sobre a compra de papel-moeda é de 1,1%, a taxa sobre os volumes gastos em cartão de crédito ou mesmo nos cartões pré-pagos é de 6,38%. No último caso, o usuário ainda tem de arcar com taxas para a emissão do cartão e para saques — que por sua vez são limitados no exterior. Tamanha taxação acaba, naturalmente, desincentivando a adoção por meios digitais pelo consumidor viajante.

 

Em novembro, o Banco Central deve implementar o PIX, seu sistema de pagamento instantâneo, que permitirá transferências e pagamentos entre pessoas, empresas e governos 24 horas por dia, sete dias por semana. Isso a baixo custo e, obviamente, de forma menos burocratizada. Sem dúvida alguma, a ferramenta contribuirá ainda mais para o abandono de notas e moedas internamente, uma vez que até mesmo a passagem do ônibus poderá ser paga instantaneamente, seja por um cartão ou mesmo celular, sem a necessidade de instituições intermediárias.

 

Muito provavelmente este será um passo definitivo para uma futura extinção do dinheiro em espécie. Com o pagamento instantâneo gestado em terras brasileiras, talvez seja a hora de começarmos a pensar também em como facilitar e baratear as transações de câmbio. O mundo segue pelo caminho do “paper free” quando o assunto é meio de pagamento. O caminho é longo, mas viabilizar pagamentos no exterior de forma rápida, segura e cada vez mais acessível, é algo que deve beneficiar a todos.

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Pensando na retomada, Ministério do Turismo apresenta programa Turista Protegido https://frentecorretora.com.br/en/programa-turista-protegido/ https://frentecorretora.com.br/en/programa-turista-protegido/#respond Mon, 11 May 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/programa-turista-protegido/ Pensando na retomada, Ministério do Turismo apresenta programa Turista Protegido O Ministério do Turismo lançou, na sexta-feira (8/5), Dia Nacional do Turismo, o selo “Turista Protegido”, a primeira etapa do programa que criará protocolos de segurança sanitária e de boas práticas para cada um dos segmentos do setor. O programa busca chancelar as atividades turísticas […]

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Pensando na retomada, Ministério do Turismo apresenta programa Turista Protegido

O Ministério do Turismo lançou, na sexta-feira (8/5), Dia Nacional do Turismo, o selo “Turista Protegido”, a primeira etapa do programa que criará protocolos de segurança sanitária e de boas práticas para cada um dos segmentos do setor.

O programa busca chancelar as atividades turísticas que assegurarem o cumprimento de, por exemplo, requisitos de higiene e limpeza para prevenção da Covid-19. Inicialmente, estão previstos 16 protocolos de boas práticas, que buscarão ser segmentados de acordo com as especificidades de cada um dos setores atendidos, como meios de hospedagem, agências de viagens, locadoras de veículos, transportadoras, parques temáticos, casas de espetáculo, guias de turismo. A orientação para cada categoria será divulgada nos próximos dias.

A criação do selo de boas práticas em questões associadas à biossegurança é a primeira etapa do Plano de Retomada do Turismo Brasileiro, coordenado pelo MTur, a fim de minimizar os impactos da pandemia e preparar o setor para um retorno gradual às atividades.

O selo estará vinculado ao Cadastro de Prestadores de Serviços Turísticos (Cadastur). Os estabelecimentos precisam estar cientes e orientar os turistas sobre como cumprir as precauções básicas de prevenção ao coronavírus, incluindo os procedimentos básicos de assepsia, monitoramento diário para avaliação da febre, verificação de tosse ou dificuldade em respirar, cumprimento as orientações do Ministério da Saúde para limpeza de superfícies e tratamento de roupa nos estabelecimentos.

Com esta medida, o MTur pretende qualificar o setor turístico com informação sobre as medidas de higiene e limpeza adotadas pelos estabelecimentos e, também, promover o país como um destino turístico protegido e preocupado em oferecer cuidados aos seus visitantes nacionais e internacionais.

“Essa política do Ministério do Turismo está alinhada as melhores práticas globais e é mais uma ação da Pasta de olho na retomada da atividade turística em todo o país. Vamos sair na frente e assegurar que os anseios do turista por uma viagem mais segura sejam atendidos”, comentou o ministro do Turismo, Marcelo Álvaro Antônio.

Fonte: turismo.gov.br

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