Arquivo de Mercado - Frente https://frentecorretora.com.br/es/category/de-olho-no-mercado/ Conectando o mundo. Simplificando pagamentos. Mon, 15 May 2023 22:07:00 +0000 es hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://frentecorretora.com.br/wp-content/uploads/2024/02/fav.svg Arquivo de Mercado - Frente https://frentecorretora.com.br/es/category/de-olho-no-mercado/ 32 32 Economia global e o mercado cambial https://frentecorretora.com.br/es/economia-global-e-o-mercado-cambial/ https://frentecorretora.com.br/es/economia-global-e-o-mercado-cambial/#respond Mon, 15 May 2023 22:07:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/?p=237938 O mercado cambial é influenciado por diversos fatores, sendo a economia global um dos principais. É importante entender como a economia global afeta o mercado cambial e como isso pode afetar os negócios internacionais de empresas de diferentes setores. A economia global é composta por diversos países, com diferentes moedas e políticas econômicas. Quando ocorrem […]

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O mercado cambial é influenciado por diversos fatores, sendo a economia global um dos principais. É importante entender como a economia global afeta o mercado cambial e como isso pode afetar os negócios internacionais de empresas de diferentes setores.

A economia global é composta por diversos países, com diferentes moedas e políticas econômicas. Quando ocorrem mudanças nessas políticas ou eventos significativos em um país, como uma eleição ou crise econômica, isso pode afetar o valor da moeda local e, consequentemente, o valor de outras moedas.

Por exemplo, se um país passa por uma crise econômica, a moeda local pode se desvalorizar em relação a outras moedas. Isso pode afetar negativamente as empresas que têm negócios com esse país, tornando seus produtos mais caros e seus lucros menores.

Além disso, as políticas econômicas dos governos, como a taxa de juros, também podem afetar o mercado cambial. Quando um país aumenta suas taxas de juros, sua moeda pode se valorizar, tornando os produtos e serviços mais caros para os compradores estrangeiros. Por outro lado, se um país reduz suas taxas de juros, sua moeda pode se desvalorizar, tornando seus produtos e serviços mais acessíveis para os compradores estrangeiros.

Por fim, a instabilidade política também pode afetar o mercado cambial. Quando ocorrem eventos políticos significativos, como uma guerra ou uma eleição presidencial, os investidores podem se tornar mais cautelosos e transferir seus investimentos para moedas mais estáveis. Isso pode levar a flutuações significativas no mercado cambial.

Para as empresas que realizam negócios internacionais, é essencial monitorar essas flutuações no mercado cambial e estar preparado para lidar com riscos cambiais. Isso inclui a compra de papel moeda local e a realização de remessas internacionais para facilitar os pagamentos de fornecedores e clientes estrangeiros.

Na Frente Corretora, oferecemos uma ampla variedade de serviços para ajudar as empresas a gerenciar seus riscos cambiais. Desde a compra de papel moeda até a realização de remessas, estamos aqui para ajudá-lo a fazer negócios em todo o mundo com tranquilidade e segurança.

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MP 040 e os investimentos estrangeiros https://frentecorretora.com.br/es/mp-040-e-os-investimentos-estrangeiros/ https://frentecorretora.com.br/es/mp-040-e-os-investimentos-estrangeiros/#respond Mon, 25 Oct 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/mp-040-e-os-investimentos-estrangeiros/ Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 26 de agosto, a Medida Provisória 1040/2021, cujo principal objetivo é melhorar o ambiente de negócios do país, foi recebida com bons olhos pelo mercado financeiro. Ao propor a redução de burocracias na abertura de empresas e criar estímulos para investidores nacionais e estrangeiros, o governo espera elevar […]

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Sancionada pelo presidente Jair Bolsonaro, no dia 26 de agosto, a Medida Provisória 1040/2021, cujo principal objetivo é melhorar o ambiente de negócios do país, foi recebida com bons olhos pelo mercado financeiro. Ao propor a redução de burocracias na abertura de empresas e criar estímulos para investidores nacionais e estrangeiros, o governo espera elevar a posição do Brasil no ranking Doing Business, do Banco Mundial, que avalia a facilidade de fazer negócios em 190 países.

 

Hoje, o Brasil está na 124ª posição do ranking, mas, como as novas regras propostas pela MP visam atender a determinados quesitos avaliados pelo Banco, a projeção é que o país possa subir posições e figurar, pela primeira vez, entre as 100 melhores economias para se fazer negócios no mundo. Embora ainda exista um longo caminho a ser percorrido internamente – com cenários político e econômico conturbados, lentidão na vacinação e quadro fiscal adverso -, a expectativa é que as mudanças atraiam investimentos estrangeiros para o país em longo prazo.

 

Hoje, o ranking Doing Business é um dos principais norteadores de aportes estrangeiros. Ao ganhar posições no ranking, o Brasil deverá voltar a entrar no radar dos investidores e, com maior fluxo de moeda estrangeira no país, a previsão é de que o real volte a se valorizar, impactando diretamente a cotação do câmbio. Toda essa movimentação trará um impacto econômico significativo para o país, especialmente no atual momento, em que é preciso superar o déficit provocado pelo combate à pandemia.

 

Entre as principais mudanças trazidas pela chamada MP do Ambiente Negócios está a unificação do Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas (CNPJ) das inscrições fiscais nas esferas federal, estadual e municipal. Até agora, o empreendedor precisava realizar o cadastro em três fiscos diferentes. Com a mudança, serão reduzidos de dez para três o número de procedimentos para abertura de uma empresa. Somente essa mudança já eleva o Brasil em cinco posições no ranking Doing Business.

 

A MP traz ainda facilidades para o comércio exterior, como a disponibilização de um guichê único eletrônico aos operadores, padronização e simplificação do pagamento de taxas relacionadas a esse tipo de atividade, e exigências menores de licenciamento de importações e exportações. A medida também institui o Sistema de Recuperação de Ativos, com dados cadastrais, relacionamentos e bases patrimoniais de pessoas físicas e jurídicas, agilizando cobranças e concessão de créditos, além de estabelecer a emissão automática

 

Toda e qualquer iniciativa para diminuir a burocracia, facilitar a abertura de empresas e a tomada de créditos, movimentando o ambiente de negócios, é louvável, embora a sanção de uma medida provisória não seja o melhor meio de criar regras na legislação. Espera-se, agora, que sejam realizadas alterações mais estruturais, como a reforma do sistema tributário, facilitando ainda mais a vida dos investidores, estimulando novos negócios e melhorando a liquidez.

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Open banking e a revolução no mercado de câmbio https://frentecorretora.com.br/es/open-banking-e-a-revolucao-no-mercado-de-cambio/ https://frentecorretora.com.br/es/open-banking-e-a-revolucao-no-mercado-de-cambio/#respond Wed, 13 Oct 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/open-banking-e-a-revolucao-no-mercado-de-cambio/ Teve início, no dia 13 de agosto, a segunda fase de implementação do open banking no Brasil, sistema que possibilita ao cliente ter maior controle sobre seus dados financeiros, podendo levá-los ou compartilhá-los com a instituição que lhe oferecer os melhores produtos. A partir de agora, a informação, antes restrita aos bancos, passa a pertencer […]

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Teve início, no dia 13 de agosto, a segunda fase de implementação do open banking no Brasil, sistema que possibilita ao cliente ter maior controle sobre seus dados financeiros, podendo levá-los ou compartilhá-los com a instituição que lhe oferecer os melhores produtos. A partir de agora, a informação, antes restrita aos bancos, passa a pertencer ao cliente e, ao permitir que outras instituições tenham acesso a ela, certamente ele passará a contar com opções mais vantajosas de crédito, empréstimos, financiamentos, entre outros serviços.

 

Segundo um relatório do Banco Central, cinco instituições financeiras detêm, hoje, 80% das operações de crédito no país. Quando se trata de operações de câmbio, esse valor chega a 95%. Com a abertura do sistema financeiro, e o consequente aumento da concorrência, esse monopólio no setor está com os dias contados. Ao implementar o open banking, e a interação digital dos dados, o BC dá um claro recado de que pretende tornar mais vantajoso o acesso a serviços diversos, incluindo os clientes que precisam fazer remessas internacionais.

 

Além de iniciar a abertura do sistema financeiro, de novembro de 2020 a janeiro deste ano, o BC abriu uma consulta pública para receber sugestões de aperfeiçoamento da regulamentação cambial, que prevê novos arranjos de pagamento, mais transparência nas operações e maior variedade de serviços digitais. Ao todo, foram recebidas mais de 300 contribuições que já estão sendo analisadas.

 

Se aprovada, a nova regulamentação permitirá, por exemplo, que Instituições de Pagamento (IPs) sejam autorizadas a atuar no mercado de câmbio para realização de remessas internacionais, desde que sejam de mesma titularidade e com limite operacional de até US$ 100 mil. Desde 2013, o BC passou a regulamentar e autorizar o funcionamento das IPs, que prestam serviços de compra, venda e de movimentação de recursos voltados para pagamentos, mas não podem conceder empréstimos e financiamentos.

 

Outra mudança prevista na nova regulamentação cambial é a abertura de contas de pagamento pré-pagas em moeda nacional para residentes no exterior e a criação do eFX, plataforma eletrônica para tratar dos serviços de pagamento ou transferências internacionais. Diante das inovações tecnológicas e os novos modelos de negócio, não é exagero afirmar que estamos diante de uma grande revolução no mercado de câmbio.

 

Soma-se a todas essas mudanças iminentes, a discussão sobre a nova lei cambial no Congresso Nacional. Enviada pelo BC em 2019, a proposta foi aprovada em 2020 na Câmara dos Deputados e, agora, aguarda votação no Senado. A autoridade monetária alega que, além da atual legislação ter sido estruturada em 1920, em um contexto de escassez de moeda estrangeira, a proposta que será analisada pelos senadores baseia-se na livre movimentação de capitais e na realização de operações de câmbio mais simples e com menos burocracia.

 

Entre outras mudanças, se aprovada, a nova lei cambial permitirá a compra e venda de moeda estrangeira entre pessoas físicas com limite de até US$ 500; criará condições para novos modelos de negócios para transferências de recursos ao exterior, como pagamentos e investimentos no exterior e de estrangeiros no Brasil, que podem ser realizadas também por fintechs; e autorizará transferências em reais para fora do Brasil, o que atualmente não é permitido. O ponto mais polêmico da proposta é o que transfere do Conselho Monetário Nacional para o Banco Central a competência para autorizar novos setores da economia a terem conta em moeda estrangeira no país. Atualmente, a permissão é restrita a operadoras de câmbio, emissores de cartão de crédito internacional, seguradoras, e empresas de serviços turísticos.

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Principais fatores que afetam o câmbio https://frentecorretora.com.br/es/principais-fatores-que-afetam-o-cambio/ https://frentecorretora.com.br/es/principais-fatores-que-afetam-o-cambio/#respond Mon, 30 Aug 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/principais-fatores-que-afetam-o-cambio/ A taxa de câmbio nada mais é do que o valor de uma moeda em comparação com outra moeda estrangeira e sua cotação obedece, em linhas gerais, ao processo de oferta e demanda. Em se tratando do dólar, quanto maior a sua oferta no mercado nacional, o valor da moeda diminui em relação ao real. […]

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A taxa de câmbio nada mais é do que o valor de uma moeda em comparação com outra moeda estrangeira e sua cotação obedece, em linhas gerais, ao processo de oferta e demanda. Em se tratando do dólar, quanto maior a sua oferta no mercado nacional, o valor da moeda diminui em relação ao real. Para saber, portanto, quais fatores afetam a taxa de câmbio, é preciso analisar quais afetam essa oferta. Mas essa conta não se resume a questões meramente econômicas e pode mudar norteada por outras variáveis, razão pela qual a taxa vive oscilando de tempos e tempos.

 

O índice de inflação e a taxa básica de juros (Selic) são dois fatores econômicos que exercem grande influência sobre o câmbio. Em países com inflação alta, o poder de compra de sua população tende a diminuir, enfraquecendo diretamente a sua moeda e aumentando o valor da moeda estrangeira. Já a elevação da Selic acaba atraindo o investidor estrangeiro, que passa a enviar mais dólares para o país em forma de títulos, fundos e investimentos e, com mais oferta de dólar no mercado nacional, o valor da moeda diminui em relação ao real.

 

É sabido que o Banco Central usa a Selic como um dos principais instrumentos para baixar o dólar e controlar a inflação. Com o real valorizado, e o dólar em baixa, o preço de alguns produtos cotados na moeda americana cai, promovendo, em curto prazo, a queda da inflação.

 

As práticas comerciais de um país, leia-se acordos, políticas e investimentos no setor, também afetam diretamente o câmbio. Isso ocorre porque, se suas exportações forem maiores que as importações – balança comercial em déficit -, isso significa que a demanda pela moeda estrangeira será maior que sua oferta internamente, e que a moeda nacional sofrerá desvalorização.
A situação da dívida pública federal é outro fator que influencia a entrada ou saída de capital externo e, também tem sua importância na variação do câmbio. Visto que os empréstimos que o governo federal faz para financiar projetos do setor público estejam sendo pagos em dia, isso implica maior confiança do investidor no país e maior entrada de moeda estrangeira, valorizando a moeda nacional. Em sentido contrário, o endividamento do governo acarreta diretamente a valorização do dólar e a desvalorização do real.

 

Um ambiente favorável aos negócios tem muita influência sobre o câmbio, mas vale lembrar que ele não depende exclusivamente dos fatores listados acima. Um país com estabilidade política é fundamental para assegurar a confiança do investidor. Ano que vem, teremos uma campanha presidencial que promete muitas surpresas e um cenário difícil de prever, podendo trazer tanto a alta, como a queda ou a estabilidade do dólar. E o cenário de incertezas que ronda a economia brasileira impede uma projeção confiável a longo prazo.

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Os impactos da reforma tributária nos investimentos https://frentecorretora.com.br/es/os-impactos-da-reforma-tributaria-nos-investimentos/ https://frentecorretora.com.br/es/os-impactos-da-reforma-tributaria-nos-investimentos/#respond Fri, 20 Aug 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/os-impactos-da-reforma-tributaria-nos-investimentos/ O Governo Federal entregou ao Congresso Nacional, no final de junho, o texto do Projeto de Lei que dispõe sobre a segunda fase da Reforma Tributária, que traz mudanças significativas nas regras de cobrança do Imposto de Renda para os investimentos financeiros no Brasil e no exterior. Na prática, três alterações principais irão impactar o bolso […]

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NFTs: segurança, exclusividade e renda https://frentecorretora.com.br/es/nfts-seguranca-exclusividade-e-renda/ https://frentecorretora.com.br/es/nfts-seguranca-exclusividade-e-renda/#respond Thu, 19 Aug 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/nfts-seguranca-exclusividade-e-renda/ Tecnologia já utilizada por algumas corretoras de câmbio como meio para realizar remessas digitais de forma muito mais segura, o blockchain veio para ficar e uma prova disso é o novo, revolucionário e milionário mercado dos NFTs. Sigla em inglês que significa non-fungible token (token não-fungível), o NFT é uma espécie de selo de propriedade […]

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Tecnologia já utilizada por algumas corretoras de câmbio como meio para realizar remessas digitais de forma muito mais segura, o blockchain veio para ficar e uma prova disso é o novo, revolucionário e milionário mercado dos NFTs. Sigla em inglês que significa non-fungible token (token não-fungível), o NFT é uma espécie de selo de propriedade digital para identificar e vender itens virtuais, transformando, por exemplo, memes, cards, tuites e imagens em investimentos negociáveis via blockchain.

 

De maneira bem resumida, os blockchains são banco de dados públicos que podem ser atualizados e compartilhados em rede. O sistema permite rastrear o envio e recebimento de informações pela internet, como transações financeiras, utilizando códigos criptografados que se conectam em espécies de blocos digitais que formam uma corrente. Dessa engenhosidade vem a segurança dos processos realizados através dele, como a compra e venda de NFTs, que já estão sendo chamados de cripto-arte, uma alusão às criptomoedas.

 

Ao contrário dos Bitcoins, que são tokens fungíveis, isto é, podem ser substituídos por outro de igual valor, os NFTs são tokens de propriedades únicas, valendo como prova de autenticidade e servindo como um certificado de bem digital inviolável. Como tudo pode ser facilmente copiado e reproduzido no mundo digital, esse é o seu grande diferencial, pois, ao adquirir um NFT, isso significa que você possui algo que ninguém poderá reivindicá-lo. Mesmo que a maioria dos bens transformados em NFTs sejam apenas virtuais, o seu maior valor é o da exclusividade, e isso é o que os tornam competitivos.

 

Embora sejam negociados em mercados virtuais específicos, a maioria dos NFTs são emitidos na Ethereum, plataforma que utiliza uma tecnologia blockchain diferente do Bitcoin e que funciona como meio de troca ao possuir sua própria criptomoeda, o ether (ETH). As negociações de NFTs são sempre feitas em moedas digitais. Ao comprar um NFT, o investidor gera um registro de posse na blockchain, que garante que o arquivo original da obra pertence a ele. Ao vender um NFT, é gerada uma comissão para o criador/detentor da obra e para a plataforma onde a venda ocorreu.

 

Só para se ter uma ideia dos números que circulam nesse mercado promissor, apenas um Criptopunk, figura digital colecionável com personagem humano ou animal, foi vendido, em janeiro de 2021, por 650 ETH, o equivalente a US$ 1,24 milhões. Já uma foto de uma garota com ar malicioso em frente a uma casa em chamas, que virou meme em 2005, foi vendida em um leilão online por R$ 2,7 milhões. Já é possível, até mesmo, negociar um tuite que tenha viralizado por milhões de dólares.

 

Os NFTs criaram uma nova realidade para quem milita no ambiente digital e lida com a criatividade, mas, como qualquer ativo, podem ter suas oscilações de vendas. O importante é ter em mente é que, na prática, eles representam um selo de propriedade digital e, como tal, não devem ser considerados ativos especulativos. Seu valor baseia-se na criatividade, popularidade e exclusividade. Por esse motivo, é um investimento nada conservador, mas ideal para quem gosta de investir sem intermediadores financeiros.

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Qual o melhor país para comprar um imóvel no exterior? https://frentecorretora.com.br/es/qual-o-melhor-pais-para-comprar-um-imovel-no-exterior/ https://frentecorretora.com.br/es/qual-o-melhor-pais-para-comprar-um-imovel-no-exterior/#respond Tue, 27 Jul 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/qual-o-melhor-pais-para-comprar-um-imovel-no-exterior/ O investimento de brasileiros no mercado imobiliário internacional aumentou 240% entre 2007 e 2017, segundo o Banco Central. Dados da corretora Elite Internacional Realty apontam que, somente em 2018, os brasileiros investiram US$ 2 bilhões em imóveis na Flórida e, mesmo durante a pandemia, a busca por casas e apartamentos em Portugal cresceu 40%.   […]

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O investimento de brasileiros no mercado imobiliário internacional aumentou 240% entre 2007 e 2017, segundo o Banco Central. Dados da corretora Elite Internacional Realty apontam que, somente em 2018, os brasileiros investiram US$ 2 bilhões em imóveis na Flórida e, mesmo durante a pandemia, a busca por casas e apartamentos em Portugal cresceu 40%.

 

A garantia de retorno financeiro, considerando que as moedas estrangeiras valem mais que o dobro do real, é um dos maiores atrativos para o investimento imobiliário fora do Brasil. Mas é essencial aliar seus objetivos às condições de compra e financiamento oferecidas por cada país para garantir o pleno sucesso do negócio. Considerando os riscos, o ideal é sempre optar por países cuja economia não tenha sido muito abalada pela pandemia, para não enfrentar futuras variações de preço.

 

Antes do avanço do coronavírus, os brasileiros eram o segundo maior detentor de imóveis em Portugal, perdendo apenas para os americanos. O mesmo idioma e a promessa de ótima qualidade de vida no país europeu vêm atraindo muitos investidores, mas, assim como no Brasil, é preciso ter em mente que o processo de compra é bem burocrático.

 

Além de exigir um representante fiscal que resida no país ou na União Europeia para realizar o pagamento de impostos após a compra, é preciso separar cerca de 10% do valor do imóvel para custear esses tributos. Se a ideia é comprar a prazo, a entrada é de, no mínimo, 30% desse valor, mas o restante pode ser parcelado em até 50 anos por meio de uma instituição bancária.
Portugal oferece uma condição bastante atraente para investidores que, além de sonharem com um bom negócio, desejam conquistar, de quebra, uma Autorização de Residência Especial para Investimento (ARI), o chamado “Visto Gold”, que permite a livre circulação por países da União Europeia. O benefício é concedido para quem compra imóveis construídos há mais de 30 anos e com valor acima de 350 mil euros.

 

Comprar um imóvel na França é tão burocrático quanto em Portugal, embora o país não apresente restrições a estrangeiros que queiram realizar o investimento e as taxas para financiamentos sejam bem interessantes. A diferença é que, mesmo que o valor do imóvel seja bem alto, isso não vai garantir nenhum benefício de cidadania ao investidor.

 

Se o objetivo for aluguel ou revender o imóvel, o ideal é optar por países onde o processo de aquisição seja menos burocrático e a demanda por imóveis esteja sempre em alta, principalmente, após a retomada do turismo.

 

Comparado a outros países da Europa, o Reino Unido garante um processo relativamente simples, por meio de um contrato particular. Embora a compra não garanta o visto definitivo, auxilia a permanência no país. Já nas compras a prazo, o investidor pode realizar o pagamento por meio de uma hipoteca.

 

Mas, se o desejo é obter retorno financeiro, e não necessariamente morar na Europa, antes da pandemia, os fundos imobiliários americanos foram os que apresentaram os melhores resultados, chegando a ganhos de 8,5% ao ano. O processo de compra no país é relativamente simples, exigindo uma conta no exterior e o acompanhamento de advogados especializados no mercado para agilizar o processo. Para financiamentos, no entanto, são necessários visto e comprovante de residência válidos.

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Agora você pode sacar dólar e euro em caixas eletrônicos ATM https://frentecorretora.com.br/es/saque-de-dolar-e-euro-em-atm/ https://frentecorretora.com.br/es/saque-de-dolar-e-euro-em-atm/#respond Fri, 16 Jul 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/saque-de-dolar-e-euro-em-atm/ Para facilitar a aquisição da moeda estrangeira que você deseja, apresentamos uma solução exclusiva com a possibilidade de saque em ATM, trazendo agilidade e visando a independência de cada cliente.   Essa solução está disponível inicialmente em caixas eletrônicos parceiros da Frente Corretora, localizados em shopping centers em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, […]

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Para facilitar a aquisição da moeda estrangeira que você deseja, apresentamos uma solução exclusiva com a possibilidade de saque em ATM, trazendo agilidade e visando a independência de cada cliente.

 

Essa solução está disponível inicialmente em caixas eletrônicos parceiros da Frente Corretora, localizados em shopping centers em São Paulo, Rio de Janeiro e Brasília, estrategicamente para a sua comodidade e segurança. E, além disso, a tarifa é zero para saque de qualquer valor, barateando o custo e democratizando o mercado de câmbio.

 

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Realize pagamentos de aluguel e compra de imóveis no exterior https://frentecorretora.com.br/es/realize-pagamentos-de-aluguel-e-compra-de-imoveis-no-exterior/ https://frentecorretora.com.br/es/realize-pagamentos-de-aluguel-e-compra-de-imoveis-no-exterior/#respond Mon, 14 Jun 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/realize-pagamentos-de-aluguel-e-compra-de-imoveis-no-exterior/ Se você vai fazer uma viagem de negócios ou vai realizar um curso no exterior e irá passar uma temporada no exterior alugar um imóvel pode ser uma opção mais barata do que se hospedar em um hotel por tanto tempo. Ou se você vai se mudar de fato para fora do Brasil e precisa […]

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Se você vai fazer uma viagem de negócios ou vai realizar um curso no exterior e irá passar uma temporada no exterior alugar um imóvel pode ser uma opção mais barata do que se hospedar em um hotel por tanto tempo. Ou se você vai se mudar de fato para fora do Brasil e precisa comprar um imóvel no exterior a Frente Corretora pode te ajudar!

 

Agora com a Frente Corretora você pode realizar tanto o pagamento do aluguel quanto a compra do seu imóvel de forma totalmente online! E o melhor, com taxa zero! Utilizando a nossa plataforma 100% digital você pode ter a facilidade de realizar os seus pagamentos para o exterior com toda a tecnologia que uma fintech pode oferecer.

 

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A alta da Selic e a projeção do câmbio https://frentecorretora.com.br/es/a-alta-da-selic-e-a-projecao-do-cambio/ https://frentecorretora.com.br/es/a-alta-da-selic-e-a-projecao-do-cambio/#respond Mon, 31 May 2021 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/a-alta-da-selic-e-a-projecao-do-cambio/ Demonstrando uma clara reação ao atual momento político e econômico do país, com a paralisação das reformas no Congresso Nacional e a inflação 12 meses acima da meta anual, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, na semana passada, a elevação da taxa básica de juros (Selic) de 2,75% para 3,5% ao […]

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Demonstrando uma clara reação ao atual momento político e econômico do país, com a paralisação das reformas no Congresso Nacional e a inflação 12 meses acima da meta anual, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central anunciou, na semana passada, a elevação da taxa básica de juros (Selic) de 2,75% para 3,5% ao ano. A sinalização de uma política monetária mais austera derrubou o valor do dólar, que caiu 3,75%, fechando na última sexta-feira, dia 7, a R$ 5,22 na venda, menor valor desde janeiro.

 

É sabido que o Banco Central usa a Selic como um dos principais instrumentos para controlar a inflação, pois, com o aumento da taxa, o crédito encarece, desestimulando o consumo, estimulando a poupança, e desaquecendo a economia. Em contrapartida, os juros mais altos acaba atraindo o investidor estrangeiro, que acaba mandando mais dólares para o país em forma de títulos, fundos e investimentos e, com mais oferta de dólar no mercado nacional, o valor da moeda diminui em relação ao real e o preço de alguns produtos cotados em dólar cai, diminuindo a inflação.

 

Segundo analistas, a decisão do Banco Central de elevar a taxa Selic teve mais intenção de baixar o dólar do que de controlar a inflação, principalmente, porque o efeito no câmbio é muito mais imediato. O Copom já adiantou que pode elevar a taxa em mais 0,75% no mês de junho, alcançando uma alta de 112% desde março, o que não se via desde junho de 2015. Segundo o Boletim Focus, divulgado no início dessa semana, a previsão é de que o dólar encerre o ano valendo R$ 5,35, menos que os R$5,40 estimados na semana passada.

 

Economistas do mercado financeiro acreditam que a expectativa para a taxa básica de juros gire em torno de 5,50% ao ano, em 2021, e em 6,25% ao ano, em 2022. A previsão deste ano para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que orienta a inflação no país, subiu de 5,04% para 5,06%, quinto aumento consecutivo. A projeção está próxima do limite estabelecido como meta pelo Banco Central. Apesar disso, as instituições financeiras consultadas pelo BC aumentaram as projeções de crescimento da economia brasileira de 3,14% para 3,21%. Já a expectativa da cotação do dólar para o fim de 2022 é de R$ 5,40, valor bem próximo ao estimado para o fim desse ano.

 

É preciso lembrar, no entanto, que as taxas de câmbio são extremamente sensíveis às mudanças políticas. Ano que vem, teremos uma campanha presidencial que promete muitas surpresas e um cenário difícil de prever, podendo trazer tanto a alta, como a queda ou a estabilidade da moeda. Tudo vai depender também da diminuição dos riscos fiscais. Apesar do esforço do Banco Central para o fortalecimento do real frente à moeda norte-americana, o cenário de incertezas que ronda a economia brasileira impede uma projeção mais confiável em longo prazo.

 

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