Arquivo de dólar - Frente https://frentecorretora.com.br/es/tag/dolar/ Conectando o mundo. Simplificando pagamentos. Mon, 25 Mar 2024 19:03:49 +0000 es hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://frentecorretora.com.br/wp-content/uploads/2024/02/fav.svg Arquivo de dólar - Frente https://frentecorretora.com.br/es/tag/dolar/ 32 32 Pagamentos Internacionais para Empresas: Existem Alternativas ao Swift? https://frentecorretora.com.br/es/pagamentos-internacionais-para-empresas-existem-alternativas-ao-swift/ https://frentecorretora.com.br/es/pagamentos-internacionais-para-empresas-existem-alternativas-ao-swift/#respond Mon, 22 Jan 2024 18:10:23 +0000 https://frentecorretora.com.br/?p=238162 Em um mundo cada vez mais globalizado, as transações financeiras internacionais se tornaram uma rotina para muitas empresas. Nestas operações, surge a pergunta: existem métodos de pagamento alternativos ao Swift para Pessoas Jurídicas realizarem pagamentos a outras empresas no exterior? A resposta é sim, e explorar estas alternativas pode ser uma estratégia inteligente para otimizar […]

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Uma representação gráfica de transações financeiras globais com ícones de várias moedas e um globo digital.

Em um mundo cada vez mais globalizado, as transações financeiras internacionais se tornaram uma rotina para muitas empresas. Nestas operações, surge a pergunta: existem métodos de pagamento alternativos ao Swift para Pessoas Jurídicas realizarem pagamentos a outras empresas no exterior? A resposta é sim, e explorar estas alternativas pode ser uma estratégia inteligente para otimizar custos e eficiência.

Quais são as alternativas ao Swift para pagamento de PJ para PJ?

A opção mais conhecida para pagamentos internacionais é o sistema Swift, reconhecido pela sua segurança e ampla utilização. Entretanto, existem alternativas que podem oferecer vantagens como taxas competitivas e processos mais ágeis. Uma dessas opções é a remessa internacional, um meio de pagamento que permite a transferência de valores entre empresas situadas em diferentes países.

Leia também: Tendencias Globales en Cambio para Negócios Internacionales

Remessas Internacionais são uma opção vantajosa para transferências?

A remessa internacional surge como uma alternativa interessante para pagamentos de PJ para PJ. Essa modalidade pode ser especialmente útil em situações como o pagamento de fornecedores internacionais ou custeio de cursos no exterior para funcionários, onde a empresa remetente paga diretamente a outra empresa e não a pessoa física.

Além disso, a remessa internacional oferece a possibilidade de realizar pagamentos com taxas competitivas, o que pode representar uma economia significativa em operações de grande volume. Dessa forma, esta modalidade se torna atrativa para empresas buscando eficiência e redução de custos em suas operações internacionais.

Leia também: Negócios Internacionais: Como Gerenciar Despesas em Moeda Estrangeira?

Como funcionam as Remessas Internacionais para viagens de negócios e pagamentos de fornecedores no exterior?

No contexto de viagens internacionais ou pagamento de fornecedores, as remessas internacionais se mostram como um meio de pagamento ágil e confiável. Através delas, uma empresa pode rapidamente transferir fundos para o pagamento de serviços prestados no exterior. Esses pagamentos são variados, desde remessas para envios de produtos ou valores referentes a custo de publicidade, software ou consultoria, por exemplo.

Assim, se uma empresa precisa pagar um curso no exterior para um funcionário, a remessa internacional é uma opção que oferece rapidez e eficiência, evitando complicações e atrasos desnecessários.

Este método assegura que o pagamento chegue ao destinatário no exterior em pouco tempo, mantendo a continuidade dos negócios e a satisfação das partes envolvidas.

Leia também: Como a Gestão de Câmbio Influencia os Negócios Internacionais: Uma Perspectiva da Frente Corretora

Qual a importância do câmbio em pagamentos internacionais?

Em qualquer operação de pagamento internacional, a questão do câmbio é central. Taxas de câmbio favoráveis podem significar uma grande economia para a empresa. Por isso, é crucial escolher um prestador de serviço que ofereça taxas competitivas e um serviço de câmbio eficiente.

Um detalhe importante para empresas que realizam pagamentos internacionais são documentações. Para isso, existe o Proof of Payment (PY), que serve como comprovante do pagamento realizado, conhecido popularmente como o “Swift compactado”. Essa opção pode ser considerada, conforme as necessidades da empresa. Além dela, há o FFC (For Further Credit), usado para remessas de investimento internacional.

Leia também: Políticas cambiais e seu impacto nas empresas: como as decisões governamentais afetam as operações empresariais?

A revolução dos pagamentos internacionais: nosso cadastro é feito 100% pela plataforma

Com a inovação tecnológica, o processo de cadastro para realizar pagamentos internacionais se tornou mais simples e rápido. Em plataformas como a Frente Corretora, o cadastro é feito 100% online e pode ser aprovado em horas para Pessoa Jurídica. Isso significa um ganho significativo de tempo e eficiência para as empresas, permitindo que concentrem seus esforços em outras áreas do negócio.

Leia também: Como Potencializar Seus Negócios Internacionais?

Frente Corretora: seu parceiro em pagamentos internacionais

A Frente Corretora é uma instituição que se destaca no mercado de câmbio e pagamentos internacionais. Oferecemos um leque amplo de serviços e soluções inovadoras, focadas em atender as necessidades específicas de cada empresa. Com sua plataforma intuitiva e um atendimento ao cliente exemplar, a Frente Corretora se posiciona como um parceiro confiável e eficiente para negócios que buscam excelência e inovação em suas operações internacionais.

Em resumo, o mundo dos pagamentos internacionais está em constante evolução, e as empresas precisam estar atentas às diferentes opções disponíveis. Seja através da remessa internacional, do Swift compactado, ou de outras modalidades, o importante é escolher o método que melhor se adapta às necessidades e estratégias do negócio.

Com a parceria certa e uma abordagem informada, as empresas podem maximizar a eficiência e o sucesso de suas transações internacionais.

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Como a Gestão de Câmbio Influencia os Negócios Internacionais: Uma Perspectiva da Frente Corretora https://frentecorretora.com.br/es/como-a-gestao-de-cambio-influencia-os-negocios-internacionais-uma-perspectiva-da-frente-corretora/ https://frentecorretora.com.br/es/como-a-gestao-de-cambio-influencia-os-negocios-internacionais-uma-perspectiva-da-frente-corretora/#respond Wed, 06 Dec 2023 13:01:21 +0000 https://frentecorretora.com.br/?p=238065 A gestão de câmbio desempenha um papel crucial no sucesso dos negócios internacionais. Com mercados cada vez mais interligados, é essencial contar com um parceiro confiável como a Frente Corretora, que oferece soluções avançadas de tecnologia financeira para garantir transações internacionais eficientes e seguras. Neste artigo, exploramos como uma administração de câmbio competente pode ser […]

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A gestão de câmbio desempenha um papel crucial no sucesso dos negócios internacionais. Com mercados cada vez mais interligados, é essencial contar com um parceiro confiável como a Frente Corretora en números, que oferece soluções avançadas de tecnologia financeira para garantir transações internacionais eficientes e seguras. Neste artigo, exploramos como uma administração de câmbio competente pode ser um diferencial significativo no cenário global dos negócios.

Como as Taxas de Câmbio Afetam os Negócios Internacionais?

As taxas de câmbio são vitais para o comércio internacional. Elas influenciam diretamente a rentabilidade das operações de compra internacional e estratégias de comércio internacional. Variações cambiais podem afetar significativamente os lucros e as margens de negócio, tornando uma compreensão aprofundada dessas taxas essencial para o desenvolvimento de estratégias empresariais resilientes. A Frente Corretora oferece insights e soluções para auxiliar as empresas a navegarem nesse ambiente com maior confiança e eficácia.

Como Simplificar Remessas e Pagamentos Internacionais?

A complexidade das remessas e pagamentos internacionais é um desafio considerável. A Frente Corretora simplifica essas operações, oferecendo serviços transparentes e eficientes que reduzem os custos operacionais e melhoram a segurança das transações. Com a nossa expertise, as empresas podem se concentrar em expandir seus negócios internacionais, deixando as complexidades do câmbio conosco.

Leia mais: Impulsionando seus Negócios de Imóveis Internacionais com as Operações de Câmbio

Quais são os benefícios do cartão pré-pago em viagens corporativas?

Para empresas que operam globalmente, as viagens corporativas são essenciais. Nesse contexto, o cartão pré-pago oferecido pela Frente Corretora é uma ferramenta indispensável. Ele proporciona gestão financeira simplificada em várias moedas, segurança e conveniência para profissionais em movimento, permitindo que se concentrem nos negócios sem preocupações com as taxas de câmbio.

O Que Você Precisa Saber Sobre as Taxas de Importação?

As taxas de importação desempenham um papel significativo no comércio internacional, afetando diretamente a lucratividade dos negócios. Uma gestão de câmbio qualificada, como a oferecida pela Frente Corretora, pode ajudar a mitigar riscos e maximizar a eficiência operacional, permitindo que as empresas naveguem com sucesso nesse aspecto complexo do comércio global.

Leia mais: Dicas para Expandir seus Negócios no Exterior

Qual o Papel da Tecnologia Financeira na Gestão de Câmbio?

A Frente Corretora é pioneira na evolução da tecnologia financeira em gestão de câmbio. Nossas soluções inovadoras permitem análises em tempo real, transações mais rápidas e seguras, e oferecem insights estratégicos valiosos. Essa inovação tecnológica simplifica a gestão de câmbio e proporciona as empresas todas as ferramentas necessárias para prosperar no ambiente dos negócios internacionais.

Uma gestão de câmbio eficiente é fundamental para empresas que almejam sucesso no mercado global.

Com as soluções inovadoras da Frente Corretora, as empresas estão bem equipadas para enfrentar os desafios do comércio internacional. Entre em contato conosco para uma parceria transformadora.

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Como Potencializar Seus Negócios Internacionais? https://frentecorretora.com.br/es/como-potencializar-seus-negocios-internacionais/ https://frentecorretora.com.br/es/como-potencializar-seus-negocios-internacionais/#respond Tue, 21 Nov 2023 01:45:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/?p=238082 Expandir os negócios para o mercado internacional é uma meta ambiciosa para muitas empresas. No entanto, o sucesso nesse empreendimento exige mais do que simplesmente cruzar fronteiras. Neste artigo, exploramos estratégias, práticas e insights valiosos sobre como potencializar seus negócios internacionais e alcançar um sucesso sustentável em escala global. Pesquisa de Mercado Global Antes de […]

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Expandir os negócios para o mercado internacional é uma meta ambiciosa para muitas empresas. No entanto, o sucesso nesse empreendimento exige mais do que simplesmente cruzar fronteiras. Neste artigo, exploramos estratégias, práticas e insights valiosos sobre como potencializar seus negócios internacionais e alcançar um sucesso sustentável em escala global.

Pesquisa de Mercado Global

Antes de mergulhar em um mercado internacional, é essencial conduzir uma pesquisa de mercado completa. Apresente a importância de entender as tendências do mercado, o comportamento do consumidor e a concorrência em potencial. Uma pesquisa sólida pode ajudá-lo a identificar oportunidades e minimizar riscos.

Estratégia de Entrada no Mercado

Discuta as diferentes estratégias de entrada no mercado internacional, como exportações diretas, parcerias estratégicas, franquias e estabelecimento de filiais. Cada abordagem tem suas vantagens e desafios, e escolher a estratégia certa é fundamental para o sucesso.

Adaptação Cultural e Localização 

A compreensão das nuances culturais e locais é crucial para o sucesso internacional. Explore como adaptar seus produtos, serviços e estratégias de marketing para atender às expectativas e preferências dos clientes em diferentes culturas.

Logística e Cadeia de Suprimentos Internacional

A eficiência na logística e na cadeia de suprimentos é essencial para operar em mercados internacionais. Aborde as melhores práticas para gerenciar a distribuição globalmente e manter um nível consistente de qualidade.

Gestão de Riscos e Compliance Internacional 

Gerenciar riscos legais, regulatórios e financeiros é uma parte crítica dos negócios internacionais. Discutir como garantir a conformidade com regulamentações locais e internacionais, bem como mitigar riscos financeiros.

Em resumo, expandir seus negócios internacionalmente é uma jornada emocionante e desafiadora. No entanto, com pesquisa sólida, estratégia inteligente e um compromisso com a adaptação local, você pode potencializar seus negócios internacionais e alcançar o crescimento desejado. Lembre-se de que o suporte de especialistas em comércio internacional pode ser importante ao longo desse processo, e aqui na Frente Corretora você encontra isso e muitas outras vantagens.

Vem ser um parceiro Frente e saia na frente dos seus concorrentes, transformando seu negócio em uma fintech de câmbio.

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Quais são os fatores que fazem o dólar cair e ficar em alta? https://frentecorretora.com.br/es/quais-sao-os-fatores-que-fazem-o-dolar-cair-e-ficar-em-alta/ https://frentecorretora.com.br/es/quais-sao-os-fatores-que-fazem-o-dolar-cair-e-ficar-em-alta/#respond Thu, 05 Nov 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/quais-sao-os-fatores-que-fazem-o-dolar-cair-e-ficar-em-alta/ Diariamente o dólar apresenta variações no seu preço, por conta de diversos fatores na economia que impactam diretamente a volatilidade do câmbio.   E nisso, o reflexo dessa mudança atinge os produtos e serviços que compramos em sites no exterior ou em viagens para outro país. Mas, a alta ou queda do dólar impacta também […]

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Diariamente o dólar apresenta variações no seu preço, por conta de diversos fatores na economia que impactam diretamente a volatilidade do câmbio.

 

E nisso, o reflexo dessa mudança atinge os produtos e serviços que compramos em sites no exterior ou em viagens para outro país. Mas, a alta ou queda do dólar impacta também o bolso do brasileiro em bens adquiridos no dia a dia, como compra de combustível, arroz, massas entre outros.

 

Para entender o motivo da variação do dólar, é preciso conhecer sobre a volatilidade do câmbio e os fatores que implicam ela, além saber a diferença dos dólares – turismo e comercial.

 

 

 

Tipos de dólar

 

Uma pergunta recorrente é “Por que o dólar que eu compro é sempre mais caro que o divulgado na mídia?”, isso se dar por conta de haver algumas categorias de dólares, na qual cada uma se enquadra em situações distintas, vejamos os dois tipos:

 

• Dólar turismo: É a moeda utilizada para viagens ou compras no exterior por pessoas físicas. Ele costuma ser mais caro, por conta dos acréscimos da aplicação de juros, o Imposto sobre operações Financeiros (IOF) e custos logísticos.

 

• Dólar comercial: É a moeda que aparece na cotação real que você vê nas mídias, ela é usada como base para as operações comerciais, como as de exportação e importação. Por ser movimentado por empresas ou instituições que movimentam grandes quantias, o seu preço acaba ficando menor.

 

 

 

O que causa a variação do dólar?

 

Os especialistas apontam alguns fatores que geram a variação no dólar, mas todos os apontamentos são embasados no princípio, oferta e demanda.

 

Ou seja, quando a procura é baixa pelo dólar no mercado, a cotação fica menor, agora se está em alta, o valor valoriza, e assim sobe o preço.

 

 

 

Quais os efeitos da variação do dólar

 

De primeiro contato, a variação do dólar impacta quem irá viajar para o exterior, por alterar o preço das passagens, a cotação nas casas de câmbio e as compras que serão realizadas por lá.

 

Caso tenha uma permanência a longo prazo, o consumidor será afetado no dia a dia, por impactar os custos das empresas. Como será alterado o valor das matérias primas e insumos importados, as indústrias podem repassar essa diferença para o preço final do produto ou serviço.

 

 

 

Por que o dólar sobe?

 

Veja os principais fatores que geram essa variação:

 

• Déficit da balança comercial: situação em que o Brasil importa mais do que exporta, fazendo com que a oferta de dólares diminuía – quando a cotação da moeda sobe.

 

• Gastos no exterior: quando há um número elevado de brasileiros fora do país, acaba gerando uma demanda maior por dólares que serão gastos fora do Brasil;

 

• Juros dos Estados Unidos: se os juros americanos subirem, a tendência é que investidores no Brasil levem seu dinheiro para fora, pelo fato dos rendimentos lá ficarem mais altos.

 

Ganha mais quem recebe pagamentos em dólar, e perde quem tem custos a pagar na moeda americana.

 

 

 

Por que o dólar cai?

 

Caso os mesmos fatores forem aplicados ao contrário, apresentam a queda em relação ao real:

 

• Superávit comercial: se as empresas brasileiras venderem mais produtos no exterior, entrará mais dólares no país, aumentando a oferta;

 

• Gastos de estrangeiros: o número elevado de entrada de turistas estrangeiros no Brasil também traz mais da moeda para o país;

 

• Juros do Brasil: agora, se os juros brasileiros subirem, valerá a pena para investidores trazerem seu dinheiro para cá, pelo fato dos rendimentos aqui ficarem mais altos.

 

 

 

Quer saber mais? Acompanhe diariamente o nosso site e redes sociais.

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Envie dólar australiano e canadense pela Frente Corretora https://frentecorretora.com.br/es/envie-dolar-australiano-e-canadense-pela-frente-corretora/ https://frentecorretora.com.br/es/envie-dolar-australiano-e-canadense-pela-frente-corretora/#respond Mon, 19 Oct 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/envie-dolar-australiano-e-canadense-pela-frente-corretora/ A Frente Corretora que se destacou no mercado de câmbio por ser a primeira corretora a permitir o parcelamento de remessas internacionais em até 12x no cartão de crédito, lança hoje (19) o envio de remessas internacionais de dólar australiano (AUD) para a Austrália e dólar canadense para o Canadá (CAD).   De forma facilitadora, […]

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A Frente Corretora que se destacou no mercado de câmbio por ser a primeira corretora a permitir o parcelamento de remessas internacionais em até 12x no cartão de crédito, lança hoje (19) o envio de remessas internacionais de dólar australiano (AUD) para a Austrália e dólar canadense para o Canadá (CAD).

 

De forma facilitadora, a empresa trabalha com uma plataforma on-line, chamada Simple, a fim de proporcionar uma experiência de fintech para o cliente final e aos mais de 500 parceiros que trabalham juntamente com a marca para torná-la referencial no segmento.

 

O AUD é moeda oficial da Comunidade da Austrália, incluindo o Território Antártico Australiano, a Ilha Christmas ou Ilha do Natal, as Ilhas Cocos, a Ilha Heard e Ilhas McDonald e a Ilha Norfolk, sendo a oitava moeda mais utilizada no comércio estrangeiro. E o CAD, é a moeda do Canadá, a única para qualquer tipo de movimentação financeira no país.

 

 

Para ter acesso é simples!

 

Basta entrar no site da Frente, e acessar a página de remessa, acesse aqui.

 

Após, é só realizar o procedimento que surgir na tela autoexplicativa.

 

Prontinho, agora é só aguardar o prazo de até 2 dias úteis para o destinatário receber.

 

 

Conheça a Frente Corretora, navegue pelo nosso site.

 

 

 

 

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Dólar despenca para menos de R$ 5. Até onde irá a queda? https://frentecorretora.com.br/es/dolar-despenca-para-menos-de-r-5-ate-onde-ira-a-queda/ https://frentecorretora.com.br/es/dolar-despenca-para-menos-de-r-5-ate-onde-ira-a-queda/#respond Fri, 05 Jun 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/dolar-despenca-para-menos-de-r-5-ate-onde-ira-a-queda/ Desde o dia 26 de março, a moeda vinha se mantendo acima deste patamar O dólar abriu o dia mais uma vez em forte queda. Às 13h desta sexta-feira, sua desvalorização era de 3,13%, sendo cotado a R$ 4,95. Esta é a primeira vez que a moeda é negociada abaixo de R$ 5 desde o dia 26 […]

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Desde o dia 26 de março, a moeda vinha se mantendo acima deste patamar

O dólar abriu o dia mais uma vez em forte queda. Às 13h desta sexta-feira, sua desvalorização era de 3,13%, sendo cotado a R$ 4,95. Esta é a primeira vez que a moeda é negociada abaixo de R$ 5 desde o dia 26 de março, quando chegou a ser vendida por R$ 4,97 no meio do pregão. A última vez que o dólar encerrou um dia cotado a menos que R$ 5 foi em 16 de março, a R$ 4,85.

Desde que atingiu seu maior valor nominal na história no dia 14 de maio, a R$ 5,97, o dólar sofreu fortes oscilações nas últimas semanas e começou a mostrar sinais de alívio. Até o momento, a moeda já apresenta uma queda de 16,92% desde que atingiu seu pico.

Segundo especialistas consultados pelo E-Investidor, a melhora no ambiente interno e externo explica o desempenho positivo do real nos últimos dias. Contando o dia de hoje, dos últimos 13 pregões, o dólar caiu em 10 deles.

AMBIENTE INTERNO

Para Cristiano Lima, superintendente de derivativos da Ágora Investimentos, os fatores locais que mais interferem na queda do dólar são o cenário político mais calmo e o plano de reabertura do comércio local. “Antes, a incerteza era de quando a economia ia abrir, mas agora já temos o plano para o estado de São Paulo”, diz. “Além disso, tínhamos a questão política fervendo, que agora se acalmou.”

Na visão de  Otávio Aidar, estrategista-chefe e gestor de moedas da Infinity Asset, o cenário político mais calmo é fundamental para estabilizar a moeda. “O ambiente em Brasília é importante, pois é ele que garante o alívio fiscal do País também.”

Fabrizio Velloni, chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora, concorda com a visão dos outros especialistas. Para ele, a diminuição da pressão política interna foi fundamental para queda recente do dólar. “O valor estava muito alto principalmente pela pressão política envolvida no País.”

EXTERIOR TAMBÉM AJUDA

Além da reabertura das economias, a corrida para a descoberta de uma vacina contra o coronavírus também tem influenciado no sobe e desce da moeda. “Isso é o que mais tem impulsionado a queda”, diz Lima, da Ágora.

Com isso, Velloni pontua que ao que tudo indica a pandemia está sendo controlada e a economia mundial irá se recuperar mais rápido do que se imaginava. “Não vamos chegar no fundo do poço como estávamos esperando”, afirma o chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora.

Isso significa que a desvalorização do dólar não é limitada apenas em relação ao real, e sim a todas as moedas emergentes. “Elas sofreram muito na crise e agora estão recuperando seu valor”, afirma Aidar, da Infinity Asset.

Apesar da recuperação global, Aidar ressalta que a recuperação do real em relação ao dólar ainda é maior do que as outras moedas emergentes. Segundo ele, isso acontece devido a melhora dos fatores locais, que antes eram o que faziam o real ser a moeda que mais tinha se desvalorizado no ano. “Como o real foi o que mais sofreu por estes fatores, agora ele é o que mais está se recuperando”, diz.

O QUE ESPERAR DO DÓLAR DAQUI PARA FRENTE?

Se o ambiente político continuar dando trégua e não ocorrer uma segunda onda de contágio da pandemia mais à frente, o dólar deve manter o comportamento recente, segundo os especialistas da Ágora e da Infinity Asset.

“Um dia ou outro pode até acontecer do dólar subir, mas não a longo prazo. Com a economia voltando e a política mais calma, a tendência é essa”, afirma Aidar, da Infinity Asset.

Lima também reforça que o cenário para o futuro do Brasil não está mais nebuloso como antes e se tudo continuar como está a moeda deve seguir se depreciando.

“O dólar é muito volátil, mas no cenário atual eu não não vejo motivos para subir de novo”, diz o superintendente da Ágora Investimentos.

Apesar disso, Velloni ressalta que a volatilidade ainda é um fator que o preocupa. Segundo ele, os riscos da dólar subir vão continuar existindo enquanto não existir uma solução efetiva para a doença. “Os número estão vindo melhores, mas não temos efetivamente uma cura para a doença e do dia para a noite tudo pode piorar novamente.”

O chefe da mesa de câmbio da Frente Corretora ainda afirma que não acredita que a moeda americana deve cair muito mais nos próximos dias, pois a economia interna ainda não foi reativada.

“O dólar estava totalmente fora do preço pelos fatores citados. Agora que eles passaram a moeda caiu, mas não vejo perspectiva de curto prazo para a economia interna melhorar e para chegarmos a um patamar mais abaixo da moeda, precisamos ver uma melhora dela”, diz Velloni.

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Taxa de Juros, taxa de câmbio e Investimentos. Como navegar neste momento incerto. https://frentecorretora.com.br/es/taxa-de-juros-cambio-2/ https://frentecorretora.com.br/es/taxa-de-juros-cambio-2/#respond Tue, 28 Apr 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/taxa-de-juros-cambio-2/ Taxa de Juros, taxa de câmbio e Investimentos. Como navegar neste momento incerto. Com a recente escalada do dólar e a concomitante redução da taxa básica de juros, as estratégias de proteção econômica e de investimentos passam a ser cada vez mais desafiadoras. Por isso, vamos abordar aqui alguns pontos sobre este assunto. Qual a […]

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Taxa de Juros, taxa de câmbio e Investimentos. Como navegar neste momento incerto.

Com a recente escalada do dólar e a concomitante redução da taxa básica de juros, as estratégias de proteção econômica e de investimentos passam a ser cada vez mais desafiadoras.

Por isso, vamos abordar aqui alguns pontos sobre este assunto.

Qual a relação entre Taxa de Juros e Câmbio?

A taxa básica de juros da economia é um dos principais fatores para influenciar o câmbio, apesar de não ser o único. E por que isso acontece?

A taxa de câmbio representa de forma numérica a relação entre moedas de distintos países. Nesta composição há diversas variáveis. Uma delas, talvez a mais significativa para nossa realidade financeira é a taxa de juros.

Quando o Brasil possuía a mais alta taxa básica de juros do mundo, até pouco tempo atrás, os investidores traziam seus investimentos para o país e adquiriam títulos públicos, que oferecia a melhor relação risco-retorno possível, praticamente uma rentabilidade garantida.

Com altas taxas de juros, valia a pena correr os riscos de uma economia emergente, por conta do diferencial de taxa de juros que garantia ganhos expressivos.

Este cenário proporcionava um volume de dólares “estacionado” no mercado local, que supria a demanda e preservava a cotação em níveis mais acessíveis.

Atualmente, com a redução significativa nos níveis de juros, os investidores estrangeiros deixam de enxergar a atratividade em manter capitais no país, pois enxergam agora apenas aponta do “risco”, desbalanceado a relação com o retorno. Isso fez com que a “fuga” dos dólares acontecesse de forma massiva e, associado ao atual momento de crise (que já gera uma evasão natural), transformasse a cotação em algo inimaginável em poucos meses.

A expectativa é que tenhamos uma cotação mais alta por um bom período de tempo, já que nossa política de juros mudou, mas espera-se que nos próximos meses a parcela responsável pela “crise” que levou o dólar abater quase R$ 6, retraia e tenhamos a moeda americana pouco abaixo dos R$ 5 até o final do ano.

O dólar nestes patamares por tempos mais dilatados pode pressionar podem ter efeitos positivos e negativos à economia. A exportação de commodities e agropecuária, que tem estimativa de safra recorde, pode aproveitar a cotação e obter ganhes expressivos em moeda local.

Já alguns segmentos importadores – Automotivo, Alimentício, Produtos industrializados, podem pressionar a inflação localmente e reduzir ainda mais o poder de compra das pessoas, que terão sua renda média achatada nos próximos meses.

As próximas semanas serão decisivas para entender o futuro de nossa balança comercial, fluxo de investimentos e inflação projetada.

Fique de olho nos nossos conteúdos.

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O que é NDF? Entenda como funciona o contrato a termo de moeda https://frentecorretora.com.br/es/ndf-entenda-como-funciona-2/ https://frentecorretora.com.br/es/ndf-entenda-como-funciona-2/#respond Tue, 14 Apr 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/ndf-entenda-como-funciona-2/ O NDF (Non Deliverable Forward), está inserido no mercado a termo, diferente do mercado cambial que expõe os investidores aos riscos sobre seu capital. É preciso empregar o conceito das operações hedges em contratos a termo, iremos apresentar o que são e como protegem as transações comerciais da volatilidade do mercado. Dessa forma, o NDF é flexível e se […]

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O NDF (Non Deliverable Forward), está inserido no mercado a termo, diferente do mercado cambial que expõe os investidores aos riscos sobre seu capital. É preciso empregar o conceito das operações hedges em contratos a termo, iremos apresentar o que são e como protegem as transações comerciais da volatilidade do mercado.

Dessa forma, o NDF é flexível e se encaixa principalmente no perfil de investimentos dos grandes empresários e comerciantes, sendo utilizado nas transações comerciais em taxas de câmbio. Suas qualidades devem ser compreendidas antes de qualquer negociação e iremos apresenta-las aqui.

O que é NDF ?

O Non Deliverable Forward, conhecido pela sigla NDF é contrato a termo de moeda, mas sem a entrega física da mesma. Esse contrato é negociado diretamente com os bancos, não é necessário comprar através da bolsa de valores. Bovespa. São contratos que travam a taxa de cambial e garantem a segurança do preço futuro.

O que é um contrato a termo?

Popularmente sabemos que na bolsa se negocia o mercado futuro, sendo possível comprar contratos de dólar futuro facilmente. O problema é que esses contratos são limitados, ou seja, existe um valor definido para cada contrato. Um contrato no mercado futuro representa 50 mil.

Outro grande problema é a exposição do capital a volatilidade do par de moedas, não tem como travar um preço para o par USD/BRL. Por isso surgem o mercado a termo, que negociam o dólar independentemente do valor do contrato, pode ser qualquer preço.

Outra característica importante é o prazo, que são definidos junto ao banco, também estabelecem uma taxa de cambio fixa. Dizemos que o termo de moeda ou contrato é realizado por exportadores e importadores e são operações hedge (proteção).

Por que se proteger no mercado?

A exposição ao câmbio pode ser benéfica ou maléfica, pois implementam nos custos de uma dívida. Por exemplo: Em um cenário pessimista para os brasileiros, onde o real tende a se valorizar frente ao dólar. Os empresários que possuem uma dívida em capital estrangeiro estariam prejudicados.

O fator câmbio afetará principalmente compradores ou devedores em moeda estrangeira, por isso a necessidade de contratar o NDF em dólar, evita os riscos no futuro.

Os bancos serão responsáveis nas negociações entre importadores e exportadores. Geralmente os importadores são brasileiros e precisam pagar a um fornecedor em dólar. Determinam as taxas contratadas, que são sempre maiores que atual, pois somam-se aos juros do cupom cambial e taxas bancarias.

Se caso o real começar a se valorizar frente ao dólar, ou seja, fica maior do que a taxa do termo da moeda, o banco pagará a diferença do câmbio.

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Imposto de renda no mercado a termo

É considerado uma alíquota de 0,005% de Imposto de Renda (IR), deduzido na fonte, no momento do ajuste. Também é necessário recolher 15 % do IR quando somamos todos os ajustes do contrato a termo em um mês. (Lei 11.033/2004 Art. 2º).

Vantagens do NDF

Dentre as vantagens do NDF, estão:

  • Não tem ajuste diário, somente na liquidação do contrato;
  • Os valores, vencimento e preços futuros são negociados na compra;
  • Podem encerrar parcialmente ou totalmente;
  • Tem flexibilidade quanto a prazos;
  • Travam uma taxa de câmbio;
  • Paga ou recebe o ajuste no vencimento determinado;
  • É nocional: não exigem entrega física.

Então o termo de moeda sem entrega, consegue fixar a taxa de cambio em datas futuras. Por isso quando ocorre o momento de liquidação, teremos que calcular a diferença entre as taxas de quando o termo foi contratado e as taxas atuais do mercado.

Como calculamos o termo da moeda?

Primeiro precisamos da taxa de câmbio à vista e somar com os rendimentos de juros do mercado brasileiro, depois subtraímos pela dívida em dólar no cupom cambial. Os bancos podem adicionar acrescimentos nessa conta.

Como receber no mercado a termo?

Em um exemplo prático e hipotético explicaremos como funciona o recebimento. O ajuste a receber envolve a seguinte formula:

  • Ajuste = Quantia em dólar x (O dólar do vencimento – A taxa contratada)

Exemplo 1: Um investidor precisa pagar 500.000 mil dólares daqui há 1 mês (vencimento de 30 dias) mas teme a variação cambial.

Nesse momento ele sabe que o preço atual do dólar está em R$ 3,75 e o preço do termo está R$ 3,80, então compra o contrato a termo, contratado pela taxa de R$ 3,80.  Assim ele consegue travar o preço até a data do vencimento, que é daqui a 30 dias.

Assim terá custo zero, porque não tem margem. Quando chegar na data de vencimento liquidará o contrato a termo através da formula já apresentada, como abaixo:

Precisará pegar o preço atual do dólar na data de vencimento, que seria R$ 3,85, portanto só resta calcular o ajuste de resgaste: 500.000 X (3,85 – 3,80) = R$ 25.000

O calculo do NDF daria 25.000 mil reais, esse valor  foi uma medida protecionista para uma dívida dentro de um cenário volátil, que são os pares de moeda.

Fonte: Suno Research


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Começa a valer o novo limite para compras em free shops de aeroportos

O valor dobra de US$ 500 para US$ 1 mil por passageiro (ou o equivalente em outra moeda) em lojas de aeroportos, segundo portaria que foi publicada em outubro no Diário Oficial da União.

As compras no exterior para quem viaja de avião continuam com o mesmo limite: US$ 500.

Desta forma, O valor total isento de imposto para esse passageiro, se ele fizer compras no exterior, é US$ 1.500 (US$ 1.000 do free shop + US$ 500 do exterior)

No caso de quem atravessa as fronteiras por vias terrestres, como no Paraguai, e por rios ou lagos, o limite passa de US$ 300 para US$ 500.

Quem vem do exterior por terra (carro, ônibus), rio ou lago (barcos) agora pode comprar até US$ 500 sem imposto. Antes, o limite era de US$ 300. Para quem vem em navios pelo mar, o limite continua o mesmo de antes: US$ 500.

O gasto permitido de isenção de bagagem em territórios estrangeiros, durantes viagens de avião ou marítimas, sem a cobrança de taxas extras, deve subir de US$ 500 para US$ 1 mil. Esse montante pode ser o equivalente à moeda americana, mas em outras moedas, como o euro.

Pontos Importantes: 

  1. Não pode somar os valores de uma família

Em qualquer situação, de compra no exterior, no free shop, chegando de avião, de carro ou qualquer outro transporte, o valor máximo é calculado por pessoa. Uma família de quatro pessoas, por exemplo, não pode somar quatro cotas de US$ 500 para trazer um eletrônico de US$ 2.000 sem pagar imposto. Para quem viaja bastante, a cota de isenção se renova a cada intervalo de um mês, a contar da chegada da última viagem internacional.

  1. Importante avaliar quantidade, não apenas valores

Para não pagar imposto, não basta obedecer aos limites de valores. Também é preciso ficar dentro das quantidades permitidas a cada tipo de produto. Quem compra charutos no exterior pode trazer no máximo 25 unidades, independentemente do valor. Mas há uma forma de aumentar essas quantidades: somar o limite da compra no exterior com o do free shop, que também é de 25 charutos. No total, é possível comprar 50 unidades (25 + 25).

Outros exemplos:

Compra no free shop na volta ao Brasil:

  • – 24 unidades de bebidas alcoólicas (no máximo de 12 unidades por tipo de bebida)
  • – 20 maços de cigarros
  • – 25 unidades de charutos ou cigarrilhas 250 g de fumo preparado para cachimbo
  • – 10 unidades de artigos de higiene pessoal, como perfumes
  • – 3 unidades de relógios, máquinas, aparelhos, equipamentos, brinquedos, jogos ou instrumentos elétricos ou eletrônicos
  1. Produtos isentos não entram na cota

A Receita Federal não cobra imposto sobre determinados produtos. Esses bens não precisam ser declarados no retorno ao país e o valor deles não é considerado para calcular a cota geral ou a do free shop.

Livros, folhetos e revistas trazidos do exterior são isentos de imposto. Também não são tributados bens de consumo pessoal.

Para ser enquadrado nessa categoria, o produto deve estar na condição de usado.

Fonte: . 

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Cuidados ao comprar e manter imóvel no exterior

Comprar um imóvel no exterior pode representar uma grande conquista, além de uma opção bastante interessante de diversificação de investimentos. Para alguns, pode representar o início da consolidação de um plano de viver fora do país.

Tudo isso envolve grandes volumes financeiros, bem como uma série de expectativas.

Por isso, é muito importante conhecer as suas obrigações ainda no Brasil, para quem compra ou já possui um imóvel no exterior.

Conheça neste nossas perguntas e respostas algumas coisas que podem ajudar você:

Tenho que declarar um imóvel adquirido no exterior em meu Imposto de Renda no Brasil?

Após a realização do investimento, é necessária a declaração do imóvel na sua Declaração do Imposto de Renda, na seção de Bens e Direitos. Declare pelo valor da aquisição ao câmbio do dia da transação e some as reformas efetuadas.

Quando o imóvel for vendido e houver ganho de capital o proprietário deve pagar tributos no Brasil, de 15% sobre o valor, e a tributação no outro país varia de acordo com a legislação.

Existe alguma outra obrigação junto ao Banco Central (BACEN)?

Ao realizar qualquer investimento no exterior (compre de imóvel entre eles), um brasileiro é obrigado a declarar ao Banco Central do Brasil, caso o mesmo esteja acima de 100 mil dólares. É um procedimento anual, chamado Declaração de Capitais Brasileiros no Exterior, na qual o titular deve declarar o valor pago pelo imóvel.

Nos anos subsequentes, o valor a ser informado será o valor de mercado correspondente ao último dia útil do ano, diferentemente do que se faz na declaração do Imposto de Renda, onde se mantém o valor de aquisição.

El declaração do imóvel junto ao BACEN (Banco Central do Brasil) é bastante simples e seu objetivo é controlar os capitais brasileiros que são aplicados no exterior. Esta medida evita que pessoas sejam acusadas de evasão de divisas. Com esta declaração, o cidadão se isenta de qualquer tipo de acusação.

Segundo a legislação vigente, você estará exposto a uma multa que pode chegar a R$250.000, caso não forneça as informações regulamentares exigidas pelo BACEN, ou preste informações falsas, incompletas, incorretas, ou fora dos prazos e das condições previstas na lei.

Quero comprar um imóvel, mas não tenho nenhuma informação. Como começar a busca?

O ideal é buscar empresas consolidadas no segmento. As empresas especializadas em vendas de imóveis no exterior para brasileiros, como a Century 21, a Chris Brooks, a Re/Max, a Vitoria Realty, a Halmoral e, para buscas de imóveis mais luxuosos, a Sotheby’s. Todas têm escritórios no Brasil e fazem atendimento em português.

Quando definir sua escolha, estamos preparados para apoiar nossos parceiros na viabilização de operações de câmbio no exterior para a compra do seu imóvel, com toda a segurança e consultoria do experiente time da Frente.

Fale com a gente:  www.frentecorretora.com.br

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