Arquivo de economia - Frente https://frentecorretora.com.br/es/tag/economia/ Conectando o mundo. Simplificando pagamentos. Tue, 28 Apr 2020 03:00:00 +0000 es hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://frentecorretora.com.br/wp-content/uploads/2024/02/fav.svg Arquivo de economia - Frente https://frentecorretora.com.br/es/tag/economia/ 32 32 Taxa de Juros, taxa de câmbio e Investimentos. Como navegar neste momento incerto. https://frentecorretora.com.br/es/taxa-de-juros-cambio-2/ https://frentecorretora.com.br/es/taxa-de-juros-cambio-2/#respond Tue, 28 Apr 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/taxa-de-juros-cambio-2/ Taxa de Juros, taxa de câmbio e Investimentos. Como navegar neste momento incerto. Com a recente escalada do dólar e a concomitante redução da taxa básica de juros, as estratégias de proteção econômica e de investimentos passam a ser cada vez mais desafiadoras. Por isso, vamos abordar aqui alguns pontos sobre este assunto. Qual a […]

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Taxa de Juros, taxa de câmbio e Investimentos. Como navegar neste momento incerto.

Com a recente escalada do dólar e a concomitante redução da taxa básica de juros, as estratégias de proteção econômica e de investimentos passam a ser cada vez mais desafiadoras.

Por isso, vamos abordar aqui alguns pontos sobre este assunto.

Qual a relação entre Taxa de Juros e Câmbio?

A taxa básica de juros da economia é um dos principais fatores para influenciar o câmbio, apesar de não ser o único. E por que isso acontece?

A taxa de câmbio representa de forma numérica a relação entre moedas de distintos países. Nesta composição há diversas variáveis. Uma delas, talvez a mais significativa para nossa realidade financeira é a taxa de juros.

Quando o Brasil possuía a mais alta taxa básica de juros do mundo, até pouco tempo atrás, os investidores traziam seus investimentos para o país e adquiriam títulos públicos, que oferecia a melhor relação risco-retorno possível, praticamente uma rentabilidade garantida.

Com altas taxas de juros, valia a pena correr os riscos de uma economia emergente, por conta do diferencial de taxa de juros que garantia ganhos expressivos.

Este cenário proporcionava um volume de dólares “estacionado” no mercado local, que supria a demanda e preservava a cotação em níveis mais acessíveis.

Atualmente, com a redução significativa nos níveis de juros, os investidores estrangeiros deixam de enxergar a atratividade em manter capitais no país, pois enxergam agora apenas aponta do “risco”, desbalanceado a relação com o retorno. Isso fez com que a “fuga” dos dólares acontecesse de forma massiva e, associado ao atual momento de crise (que já gera uma evasão natural), transformasse a cotação em algo inimaginável em poucos meses.

A expectativa é que tenhamos uma cotação mais alta por um bom período de tempo, já que nossa política de juros mudou, mas espera-se que nos próximos meses a parcela responsável pela “crise” que levou o dólar abater quase R$ 6, retraia e tenhamos a moeda americana pouco abaixo dos R$ 5 até o final do ano.

O dólar nestes patamares por tempos mais dilatados pode pressionar podem ter efeitos positivos e negativos à economia. A exportação de commodities e agropecuária, que tem estimativa de safra recorde, pode aproveitar a cotação e obter ganhes expressivos em moeda local.

Já alguns segmentos importadores – Automotivo, Alimentício, Produtos industrializados, podem pressionar a inflação localmente e reduzir ainda mais o poder de compra das pessoas, que terão sua renda média achatada nos próximos meses.

As próximas semanas serão decisivas para entender o futuro de nossa balança comercial, fluxo de investimentos e inflação projetada.

Fique de olho nos nossos conteúdos.

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O que é NDF? Entenda como funciona o contrato a termo de moeda https://frentecorretora.com.br/es/ndf-entenda-como-funciona-2/ https://frentecorretora.com.br/es/ndf-entenda-como-funciona-2/#respond Tue, 14 Apr 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/ndf-entenda-como-funciona-2/ O NDF (Non Deliverable Forward), está inserido no mercado a termo, diferente do mercado cambial que expõe os investidores aos riscos sobre seu capital. É preciso empregar o conceito das operações hedges em contratos a termo, iremos apresentar o que são e como protegem as transações comerciais da volatilidade do mercado. Dessa forma, o NDF é flexível e se […]

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O NDF (Non Deliverable Forward), está inserido no mercado a termo, diferente do mercado cambial que expõe os investidores aos riscos sobre seu capital. É preciso empregar o conceito das operações hedges em contratos a termo, iremos apresentar o que são e como protegem as transações comerciais da volatilidade do mercado.

Dessa forma, o NDF é flexível e se encaixa principalmente no perfil de investimentos dos grandes empresários e comerciantes, sendo utilizado nas transações comerciais em taxas de câmbio. Suas qualidades devem ser compreendidas antes de qualquer negociação e iremos apresenta-las aqui.

O que é NDF ?

O Non Deliverable Forward, conhecido pela sigla NDF é contrato a termo de moeda, mas sem a entrega física da mesma. Esse contrato é negociado diretamente com os bancos, não é necessário comprar através da bolsa de valores. Bovespa. São contratos que travam a taxa de cambial e garantem a segurança do preço futuro.

O que é um contrato a termo?

Popularmente sabemos que na bolsa se negocia o mercado futuro, sendo possível comprar contratos de dólar futuro facilmente. O problema é que esses contratos são limitados, ou seja, existe um valor definido para cada contrato. Um contrato no mercado futuro representa 50 mil.

Outro grande problema é a exposição do capital a volatilidade do par de moedas, não tem como travar um preço para o par USD/BRL. Por isso surgem o mercado a termo, que negociam o dólar independentemente do valor do contrato, pode ser qualquer preço.

Outra característica importante é o prazo, que são definidos junto ao banco, também estabelecem uma taxa de cambio fixa. Dizemos que o termo de moeda ou contrato é realizado por exportadores e importadores e são operações hedge (proteção).

Por que se proteger no mercado?

A exposição ao câmbio pode ser benéfica ou maléfica, pois implementam nos custos de uma dívida. Por exemplo: Em um cenário pessimista para os brasileiros, onde o real tende a se valorizar frente ao dólar. Os empresários que possuem uma dívida em capital estrangeiro estariam prejudicados.

O fator câmbio afetará principalmente compradores ou devedores em moeda estrangeira, por isso a necessidade de contratar o NDF em dólar, evita os riscos no futuro.

Os bancos serão responsáveis nas negociações entre importadores e exportadores. Geralmente os importadores são brasileiros e precisam pagar a um fornecedor em dólar. Determinam as taxas contratadas, que são sempre maiores que atual, pois somam-se aos juros do cupom cambial e taxas bancarias.

Se caso o real começar a se valorizar frente ao dólar, ou seja, fica maior do que a taxa do termo da moeda, o banco pagará a diferença do câmbio.

Para entender melhor o mercado cambial e conhecer outras formas de investimento em dólar, baixe gratuitamente ebook “Investindo no Exterior” produzido pela Suno Research aprenda como obter bons rendimentos investindo internacionalmente.

Imposto de renda no mercado a termo

É considerado uma alíquota de 0,005% de Imposto de Renda (IR), deduzido na fonte, no momento do ajuste. Também é necessário recolher 15 % do IR quando somamos todos os ajustes do contrato a termo em um mês. (Lei 11.033/2004 Art. 2º).

Vantagens do NDF

Dentre as vantagens do NDF, estão:

  • Não tem ajuste diário, somente na liquidação do contrato;
  • Os valores, vencimento e preços futuros são negociados na compra;
  • Podem encerrar parcialmente ou totalmente;
  • Tem flexibilidade quanto a prazos;
  • Travam uma taxa de câmbio;
  • Paga ou recebe o ajuste no vencimento determinado;
  • É nocional: não exigem entrega física.

Então o termo de moeda sem entrega, consegue fixar a taxa de cambio em datas futuras. Por isso quando ocorre o momento de liquidação, teremos que calcular a diferença entre as taxas de quando o termo foi contratado e as taxas atuais do mercado.

Como calculamos o termo da moeda?

Primeiro precisamos da taxa de câmbio à vista e somar com os rendimentos de juros do mercado brasileiro, depois subtraímos pela dívida em dólar no cupom cambial. Os bancos podem adicionar acrescimentos nessa conta.

Como receber no mercado a termo?

Em um exemplo prático e hipotético explicaremos como funciona o recebimento. O ajuste a receber envolve a seguinte formula:

  • Ajuste = Quantia em dólar x (O dólar do vencimento – A taxa contratada)

Exemplo 1: Um investidor precisa pagar 500.000 mil dólares daqui há 1 mês (vencimento de 30 dias) mas teme a variação cambial.

Nesse momento ele sabe que o preço atual do dólar está em R$ 3,75 e o preço do termo está R$ 3,80, então compra o contrato a termo, contratado pela taxa de R$ 3,80.  Assim ele consegue travar o preço até a data do vencimento, que é daqui a 30 dias.

Assim terá custo zero, porque não tem margem. Quando chegar na data de vencimento liquidará o contrato a termo através da formula já apresentada, como abaixo:

Precisará pegar o preço atual do dólar na data de vencimento, que seria R$ 3,85, portanto só resta calcular o ajuste de resgaste: 500.000 X (3,85 – 3,80) = R$ 25.000

O calculo do NDF daria 25.000 mil reais, esse valor  foi uma medida protecionista para uma dívida dentro de um cenário volátil, que são os pares de moeda.

Fonte: Suno Research


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Quanto tempo levará a recuperação da economia? https://frentecorretora.com.br/es/quanto-tempo-levara-a-recuperacao-da-economia/ https://frentecorretora.com.br/es/quanto-tempo-levara-a-recuperacao-da-economia/#respond Mon, 13 Apr 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/quanto-tempo-levara-a-recuperacao-da-economia/ Nas últimas semanas, os economistas começaram a revisar a expectativa de crescimento do PIB brasileiro para este ano, que passou de crescimento para recessão. O boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira passada (6) com a mediana de 100 especialistas, trouxe uma queda de 1,18% para a economia este ano – em 3 de […]

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Nas últimas semanas, os economistas começaram a revisar a expectativa de crescimento do PIB brasileiro para este ano, que passou de crescimento para recessão. O boletim Focus, divulgado pelo Banco Central na segunda-feira passada (6) com a mediana de 100 especialistas, trouxe uma queda de 1,18% para a economia este ano – em 3 de janeiro, a projeção era de uma expansão de 2,3%.

O perigo está justamente no tempo necessário de isolamento para evitar um risco de contágio em massa que sobrecarregue o sistema de saúde. Por isso, o ministro da Economia, Paulo Guedes, disse em teleconferência com Senadores na quinta (9) que o recuo pode ser ainda maior, de até 4%, segundo apuração feita pelo Broadcast.

“Vai demorar um bom tempo para imunizar a população. Por isso, há riscos de ondas de relaxamento e restrição sanitária até a descoberta de uma vacina”, afirma a economista Monica de Bolle, pesquisadora sênior do Peterson Institute for International Economics e professora da Universidade John Hopkins. “A incerteza é total sobre quantas ondas vão acontecer. Os 120 mil pontos da Bolsa não voltam nesse cenário de acelera e para. O efeito no mercado vai ser de extrema volatilidade.”

Um levantamento feito pela Frente Corretora ajuda o investidor a se orientar sobre o tempo que a Bolsa demorou para recuperar a pontuação anterior a um grande evento. Em 2008, por exemplo, o Ibovespa levou 42 dias para atingir a pontuação mais baixa após a quebra do banco de investimentos Lehman Brothers. Mas foram 254 dias para retornar ao mesmo ponto. Dez anos mais tarde, a greve dos caminhoneiros, um evento restrito ao Brasil, parecia que não traria um efeito de longo prazo, afinal, a Bolsa recuou apenas 5,7% em 58 dias. No entanto, a recuperação foi lenta e a pontuação anterior levou quatro meses e meio para ser alcançada.

“A saída de capital estrangeiro da Bolsa no coronavírus é porcentualmente maior do que em outras crises. O pequeno investidor local, que não tem muito know how e está passando pela primeira queda, não entende o ajuste de valores que está acontecendo”, diz Fabrizio Velloni, chefe da mesa de câmbio da Frente. “O tempo de recuperação da economia nessa crise vai ser mais alongada do que as outras, entre 24 a 36 meses.”

As empresas, naturalmente, refletem a velocidade da economia para gerar resultado para o investidor. Nos Estados Unidos, a comparação que os especialistas estão fazendo é com o período da Grande Depressão, que é considerada a mais grave crise econômica mundial do Século passado. Para se ter uma ideia, os dividendos (parcela do lucro que as empresas dividem com os acionistas) distribuído pelas companhias americanas será a metade do projetado no fim de 2019 pelos próximos 21 meses. No pós-1929, o recuo foi de 26,7% em 47 meses.

Fonte: Estado de S. Paulo

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Reforma da Previdência, Brexit, PIB: é hora de otimismo? https://frentecorretora.com.br/es/reforma-da-previdencia/ https://frentecorretora.com.br/es/reforma-da-previdencia/#respond Wed, 23 Oct 2019 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/reforma-da-previdencia/ Reforma da Previdência, Brexit, PIB: é hora de otimismo? Há cerca de 2 meses, seguimos convivendo com grande instabilidade, associado a uma sequência de notícias ruins vindas do exterior, como o conflito comercial entre Estados Unidos e China, os sinais acentuados de queda da atividade econômica na Europa, especialmente em virtude da novela do Brexit. […]

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Reforma da Previdência, Brexit, PIB: é hora de otimismo?

Há cerca de 2 meses, seguimos convivendo com grande instabilidade, associado a uma sequência de notícias ruins vindas do exterior, como o conflito comercial entre Estados Unidos e China, os sinais acentuados de queda da atividade econômica na Europa, especialmente em virtude da novela do Brexit.

Porém, começamos a perceber um movimento de otimismo.

No cenário internacional, o mercado chinês mostrou ontem bons números oriundos especialmente do segmento de TI. Além disso, a votação do Brexit enfim parece evoluir, o que faz com que a Europa demonstre um sinal para qual rumo seguir, após a efetiva saída do Reino Unido do bloco.

Já no mercado nacional, a com a efetiva aprovação da reforma previdenciária que tivemos ontem sinalizou alguma tendência de melhora dos níveis de confiança no mercado local, que pode diminuir a incerteza com relação aos investimentos.

Ainda no cenário interno, o boletim Focus desta semana projeta um pequeno aumento no PIB, ratificando os números anteriores de uma pequena recuperação da economia brasileira.

Ainda sobre o tema da votação da reforma da previdência, sua aprovação efetiva gera expectativa de atração um maior fluxo de investimentos do exterior ao finalizarmos este logo e tortuoso processo. Apesar de o mercado já haver precificado a efetiva aprovação, a retomada do investimento estrangeiro aqui com o aumento da confiança pode ocasionar uma eventual queda na cotação da moeda americana.

Ainda sobre o aumento do fluxo de entrada do capital estrangeiro no país: Após uma saída recorde em Agosto (que girou em torno de R$ 10.79 bi) e Setembro, agravando o saldo acumulado de saída no ano de R$ 23,3 bi, este movimento perdeu força.

Em Outubro, o Brasil começou um movimento de entrada de capital estrangeiro, em virtude de uma série de pontos que contribuíram para este movimento:

  1. A desvalorização do Real diante ao USD nos últimos meses tornou os ativos brasileiros mais baratos;
  2. Projeção de melhora da economia com uma revisão do PIB para cima, após meses de revisão para baixo;
  3. Ratificação de melhora da economia com os números que mostram o aumento da arrecadação em tributos como IOF, além de tributos vinculados ao trabalho, como retirada de lucros e dividendos.
  4. Efetivação da reforma da previdência e a melhora na arrecadação gerou uma segurança para o governo não estourar a meta de gastos público.

A expectativa de uma retomada da economia brasileira, alinhada com uma melhora no cenário internacional, cria condições para um cenário onde o investidor internacional possa retornar o capital para o Brasil.

O preço da moeda estrangeira não está em um patamar condizente com a nossa projeção. Estimamos o valor justo do USD girando em faixa entre R$ 3,95 e R$ 4,02. O atual valor é atribuído ao o pessimismo do mercado em momentos anteriores, algo que deve se reverter nas próximas semanas.

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