Arquivo de Artigos - Frente https://frentecorretora.com.br/tag/artigos/ Conectando o mundo. Simplificando pagamentos. Mon, 29 Jun 2020 03:00:00 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9 https://frentecorretora.com.br/wp-content/uploads/2024/02/fav.svg Arquivo de Artigos - Frente https://frentecorretora.com.br/tag/artigos/ 32 32 DEMOCRACIA E SERVIÇOS FINANCEIROS: MODO DE FAZER https://frentecorretora.com.br/democraciaefinanceiro_26jun/ https://frentecorretora.com.br/democraciaefinanceiro_26jun/#respond Mon, 29 Jun 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/democraciaefinanceiro_26jun/ Hoje em dia o assunto Democracia é pauta em qualquer discussão. Não importa o nível de conhecimentos sobre o tema, o viés político dos interlocutores, entre outros.   Muito se fala sobre o valor da democracia, pouco se discute sobre a aplicabilidade do conceito democrático em todos os aspectos da nossa vida.   Uma das […]

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Hoje em dia o assunto Democracia é pauta em qualquer discussão. Não importa o nível de conhecimentos sobre o tema, o viés político dos interlocutores, entre outros.

 

Muito se fala sobre o valor da democracia, pouco se discute sobre a aplicabilidade do conceito democrático em todos os aspectos da nossa vida.

 

Uma das tantas definições de Democracia do Dicionário Michaelis diz que Democracia é:

“Forma de governo que tem o compromisso de promover a igualdade entre os cidadãos”

 

Esta frase tem tantas derivadas que precisaríamos de muitos artigos similares para tratar cada ângulo de nossa existência sob o prisma democrático. Por isso, naturalmente, vou abordar o mais próximo da realidade corporativa que vivo e que recentemente rendeu muitas discussões.

 

O Itaú-Unibanco, maior grupo financeiro do país em valor de mercado hoje, lançou recentemente uma campanha publicitária que tocou em assuntos que incomodaram boa parte do mercado, principalmente aquela composta por Agentes Independentes de Investimentos, levando ao cerne da discussão mais uma vez a liberdade de escolha e visão do cliente.

 

Sem adotar nenhum partido sobre este tema especificamente (Afinal, não seria democrático), apenas jogo uma luz sobre o assunto, colocando estes dois temas tão atuais sob o prisma do Câmbio, nosso core business. Democracia e Serviços Financeiros: modo de fazer.

 

Quando o assunto é câmbio, a definição do Dicionário Michaelis ainda não é colocada em prática. Segundo dados do Banco Central, quase 99% de todo o volume de câmbio no Brasil em 2019 foi movimentado por médios e grandes bancos.

 

Estes Bancos acabam por amarrar o cliente em determinados produtos, como empréstimos, folhas de pagamentos, cobrança, entre outros, travestindo uma teórica conveniência em spreads que podem chegar a quase 10% em operações de câmbio comercial e turismo, sem contar as tarifas de contrato e outras, que podem simplesmente tornar uma remessa internacional algo muito caro e inacessível à grande maioria das pessoas, sem contar as pequenas e médias empresas.

 

Para que a DEMOCRACIA efetivamente seja praticada, como vimos, a definição do termo envolve especialmente a IGUALDADE.

 

Promover igualdade implica em abrir mão de algum benefício próprio em prol do coletivo. Isso é muito difícil, especialmente quando se trata de grandes corporações, com suas obrigações com acionistas, mesmo com os bonitos dizeres sobre a missão, visão e valores.

 

Desta forma, uma boa parte do componente democrático depende da outra parte da nossa definição: os CIDADÃOS.

 

Exercer a cidadania é, em grande parte, conhecer seus direitos e fazer com que os mesmos sejam respeitados, amparados pelo princípio da IGUALDADE, o grande pilar da DEMOCRACIA.

 

Desta forma, se você não buscar seu direito de pagar menos tarifas, pagar menos taxas, pagar menos spread, ter um serviço rápido e de qualidade com preço justo, pouco vai mudar.

 

A boa notícia é que estamos aqui para te ajudar. Já lutamos por isso há muito tempo e convidamos você a conhecer nosso portfólio de serviços de câmbio que procuram democratizar a compra de papel moeda e as remessas internacionais para clientes e parceiros, sejam individuais, sejam corporativos. Com qualidade, segurança, agilidade e PREÇO JUSTO.

 

Democracia se faz com cidadãos atentos. Preste atenção nos serviços financeiros, pesquise as melhores opções.

 

E pode contar com a gente.

 

Sergio Sabino

Head de Marketing & Pessoas – Frente Corretora

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A NOVA CARA DO CÂMBIO PÓS-PANDEMIA https://frentecorretora.com.br/a-nova-cara-do-cambio-pos-pandemia/ https://frentecorretora.com.br/a-nova-cara-do-cambio-pos-pandemia/#respond Thu, 07 May 2020 03:00:00 +0000 https://frentecorretora.com.br/a-nova-cara-do-cambio-pos-pandemia/ O brasileiro é um povo reconhecido pela criatividade. E grande parte desta criatividade foi desenvolvida para superar inúmeras barreiras e dificuldades que enfrentamos desde sempre em viver em um país que nos força a nos reinventarmos constantemente. Já tivemos regimes políticos e diversas crises econômicas, muito fortes especialmente nas décadas de 80 e 90, passando […]

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O brasileiro é um povo reconhecido pela criatividade. E grande parte desta criatividade foi desenvolvida para superar inúmeras barreiras e dificuldades que enfrentamos desde sempre em viver em um país que nos força a nos reinventarmos constantemente.

Já tivemos regimes políticos e diversas crises econômicas, muito fortes especialmente nas décadas de 80 e 90, passando por diversos planos econômicos, mudança de moedas e até mesmo de regime político.

Hoje, temos que passar por mais uma adversidade. A crise mundial instalada pela propagação do COVID-19 reforçou a dificuldade, em um país que já vem enfrentando uma sequência difícil de praticamente 6 anos de crise econômica.

Esta crise, que trouxe como consequências uma séria de limitações, especialmente na locomoção mundial – viagens de negócios, turismo, eventos, entre outros, agravam as dificuldades e aumentam o desafio do segmento de câmbio, acelerando um processo de declínio especialmente no câmbio turismo, voltado quase que exclusivamente para a venda de papel moeda e cartões pré-pagos para viajantes.

O modelo deste negócio em geral e composto por lojas de cambio situadas em Shoppings Centers, onde o cliente efetua a compra e venda no balcão, está praticamente ultrapassada, pois além de uma operação cara e de complexa gestão, não oferecer uma experiência agradável e cômoda ao cliente.

Neste modelo de negócio, a moeda estrangeira é comprada através de bancos que importam o dinheiro e depois distribuem para as corretoras. Além disso, temos neste mercado a figura do correspondente cambial, que viram a terceira parte no processo. Estes em geral compram de uma corretora, reduzindo cada vez mais a rentabilidade da operação e obrigando o volume negociado ser muito alto para valer a pena.

Dado toda a situação atual, notamos que a maioria dos players deste mercado seguem muito atrasados e talvez não consigam reverter rapidamente a atual situação. O mercado pede uma reinvenção e a retomada dos negócios seguirão as novas tendências, especialmente de digitalização das relações.

Toda esta situação irá trazer à tona e destacar as empresas que já iniciaram um trabalho de fundamentos e que já vinham investindo em tecnologia. No caso da Frente Corretora, investimos na construção de uma plataforma que está no ar e mudou completamente a forma de fazer câmbio no Brasil.

Nossa tecnologia para pequenas remessas que usa Blockchain como protocolo de transmissão das informações, proporciona um envio de forma muito rápida, segura e com baixíssimo custo. Tudo isso está à disposição de qualquer empresa do segmento, pois acreditamos também na colaboração como forma de gerar receita aos independentes e “desbancarizar” esta relação. Para que se tenha uma ideia, uma remessa de US$ 1.000 em grandes bancos pode custar US$ 40 somente em tarifas, o que no nosso caso é ZERO.

Outro ponto que nossa plataforma é muito útil atualmente é a nossa nova funcionalidade de Recebimentos. O foco em clientes que tem recurso no exterior tem sido muito forte e incentivamos a repatriação através da nossa tecnologia para aproveitar o real desvalorizado.

O principal ponto deste momento é que PRECISAMOS REINVETAR NOSSOS MODELOS DE NEGÓCIOS. Fazer câmbio comercial será a sobrevivência deste mercado por muito tempo, quem não estiver preparado com uma equipe dedicada ao câmbio comercial, conhecimento técnico nos aspetos documentais e regulatório das operações de exportação, investimentos, entre outros, terá grandes dificuldades em seguir com a mesma performance neste mercado difícil, desafiador e que, talvez, jamais volta à sua forma original.

Aqui, defendemos a união do melhor dos dois mundos. Experiência de Corretora e Inovação de Fintech. E apostamos nisso para os próximos anos do setor.

Co-autores: Fabrizio Velloni e Sergio Sabino

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